segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Necessidade do perdão



Deus perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos ofende... do mesmo modo.! É difícil né? (Jesus).

Irmãos,

Compreende-se que não há dadiva mais edificante que o perdão. E este instituto traz em seu elemento fundamental ao exercício puro da humildade e da simplicidade do espírito a fazer desta virtude a chave para a salvação.

O condão do perdão é o exercício e é à base da edificação do espirito rumo à casa eterna no Reino de Deus, quem o pratica terás em seu terno elemento a oportunidade de subir no paraíso na eternidade. Jesus ao perdoar os seus algozes nos libertou cabendo-nos fazer deste exercício máximo congénere a grandeza do espírito a merecida salvação. Cristo nos salvou ao nos perdoar, mas neste mesmo ato nos ensinou que a graça do perdão é essencial para a manutenção da paz em nosso eterno coração, e neste viés recepcionamos a responsabilidade a nosso mérito.

Perdoar é divino, mas o perdão se torna difícil para muitos quando o orgulho exalta na mente as atitudes promiscuas impedindo à contínua construção da felicidade nas instancias da vaidade que se faz avessa à simplicidade e a humildade que é à base do espirito para sua liberdade. Quando o orgulho e a vaidade estacionam no coração do homem, o exercício do perdão torna-se uma tortura no coração incidindo neste ato as guerras e os conflitos pessoais transformando o próprio universo na pressão do vazio e das doenças ruinosas.

O orgulho e a vaidade são adversários do perdão e torna-se um tormento na vida do homem que bloqueiam a visão amplificada para a felicidade. É fácil pedir perdão ao Senhor das dividas e das ofensas na intimidade da oração, mas a tarefa maior está na execução e na prática do perdão quanto às ofensas e ao reconhecimento dos próprios enganos.

De fato que algumas ofensas e dividas torna o perdão de imediato mais difícil, mas é necessária a sua construção, pois se sabe que quem guarda sentimentos ruinosos será os mais afetados. Conservar magoa e sentimentos afins assemelham-se como a criação de uma serpente, ela não nos atacar de imediato, mas incutimos o risco de sermos envenenados a qualquer momento por seu instinto e perecermos na responsabilidade da conservação do próprio veneno.

Quando abdicamos do perdão impedimos a própria evolução, e enquanto não saldarmos até a última parcela de nossas dividas, o que inclui o perdão, permaneceremos inertes, havendo de retornar quantas vezes forem necessárias até o seu justo e merecido cumprimento.

A evolução pessoal passa pela necessidade intrínseca do perdão, perdoe e salve-se. Não percam as oportunidades para viver e construir a felicidade por conta da amordaça proveniente do orgulho e da vaidade, busque a simplicidade e a humildade como base, pois estes institutos a qualquer ato pode-se ser vivenciada em nossos atos e habitar o coração.

Bezerra de Menezes, escrito pelo médium Marcelo Passos.
25/01/2016.



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