sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Felicidade


 
A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros. (Allan Kardec)
 
Compreendemos que somos espíritos únicos, concebidos pelo amor incondicional do Criador. Somos a unidade da vontade divina unidos em confraternização universal evolutiva distinta e com a missão de praticar o amor da compreensão quanto às diferenças que ativamente ronda a nossa realidade e nos faz instrumentos da benevolência e da caridade em toda sua interpretação.
 
A necessidade de evolução pessoal passa pela mesma condição  de nossos semelhantes, e já nos faz entendimento que somos páreo diante da vontade divina, e que trazemos em nossa historia a proporcionalidade daquele comportamento e daquele sentimento praticado e que decisivamente afetará o momento presente de nossa realidade para que façamos o melhor e superemos os obstáculos impostos por nossa própria vontade ao nosso caminhar e a poder avançar na dianteira do progresso.
 
Desde a criação do universo, tem-se muito difundido a busca da felicidade, mas o que seria de fato esta virtude na sociedade? E como podemos vivenciá-la na qualidade em nossa realidade? Ser feliz não é uma condição em que encontraremos prontas nas mais vastas teorias literárias difundidas nas diversas linguagens e interpretações deste globo. A felicidade não é um manual pronto e uno. Nas escritas podemos encontrar e ate ser indicado a uma interpretação genérica, sendo que essa busca, como diversos outros sentimentos elevados, fazem parte da construção unida da nossa própria vontade. E compreendendo o que pode ser condição de felicidade para um irmão, para outro não. E com base neste universo devemos praticar a tolerância e o respeito ao próximo e não exigir dele ter  a mesma concepção de êxtase de alegrias como  a nossa, mas na mesma sintonia podemos ser o condutor da felicidade alheia, proporcionando ao próximo as condições para que este possa elevar  o seu espírito as mais altas camadas benevolentes da existência.
 
A busca a essa sagrada riqueza deve ser permanente, fazendo-se entender que o planeta de expiações e provas faz parte deste processo, ou seja, nele não estará a plenitude desta graça, mas será nele que efetivamente cravaremos a nossa condição para o próximo degrau.
 
A nossa liberdade nos permite conhecer diversas matérias a atender as exigências da nossa curiosidade sobre este universo, de certo haverá situações que poderemos extrapolar certos limites e até mesmo cometer sérios enganos para com o meio em que fazemos parte, mas sabendo que haveremos de ter a humildade de reconhecer os enganos procurando acertá-los.
 
A construção da felicidade passa por este processo de equilíbrio e ajuste de nossa conduta sob a existência, mesmo no plano espiritual, onde também os seus habitantes estão vulneráveis a diversos erros como nos apontam os estudos sobre a vida na  espiritualidade encontradas nas obras de Allan Kardec e diversos outros irmãos espalhados pelo universo.
 
Quando erramos e conhecemos dos nossos enganos, trazemos a definição do discernimento a entender a proporção dos determinados atos cometidos e com a instrução recebida de Jesus de sermos mansos e humildes de coração, reconhecendo seus erros e buscando se nivelar a vontade de Deus para seguirmos adiante em nossa prospera felicidade.
 
Cada sentido de alegria e de paz que podemos proporcionar ao nosso semelhante é uma matéria prima fundamental para a edificação de nosso espírito nesta elegante e elevada busca da felicidade. Por isto vamos fazer mais para com o universo que se chama o próximo, e quanto mais o sentido da felicidade se tornar possível na caminhada alheia, mais será o reflexo da nossa real condição.
 
Vamos aproveitar as oportunidades e construir as moradas eternas, e faça a sua parte que o Senhor certamente faça a sua parte ao nosso merecido beneficio existencial.
 
Dr. Bezerra de Menezes, escrito pelo médium Marcelo Passos
27/02/2015

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