quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Por favor, sem ódio.



O ódio não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente. (Chico Xavier)

Há sentimentos que havemos de trabalhar para não sofrermos com as suas consequências de suas maledicências e das suas chagas que vem para desequilibrar os filhos do criador a se perder na duvida e na infelicidade dos conflitos que somente os maus sentimentos como ódio é capaz causar na vida daqueles que o tem em toda sua instância.

De certo que haverá momentos em nossa existência que vamos nos deparar com as misérias mais perversas dos nossos semelhantes, aonde seremos instigado a tomar certos impulsos ruinosos que causarão guerras e conflitos diversos que depararemos por este universo. Evidente que também somos miseráveis a ponto de aceitar estes conflitos e também causar dores e sofrimentos aos nossos irmãos, e consequentemente nos causando doenças silenciosas na mente e em nossa existência a ponto de sugar toda a nossa paz e caminhada produtiva, causando-nos sérios transtornos pessoais.

Sabemos que o sentimento do ódio é o antônimo do amor, quem é portador deste infeliz sentimento em sua alma sabe o quanto os conflitos usurpam a sua paz e a sua consciência principalmente quando estão de frente com o pilar causador de tamanha barbárie pessoal que nasce em nosso intimo causando uma infeliz catástrofe existencial.

Quando Jesus esteve encarnado entre nós mostrou-nos o caminho, a verdade e a vida ao qual devemos seguir confiantes à vida eterna, e mesmo após o seu desenlace a sua lição permanece viva entre nós e para aqueles que realmente deseja fazer parte da direita do Senhor, mas para merecermos essa graça devemos ativamente trabalhar para viver deste privilegio que é possível a qualquer um de nós, bastando-nos seguir o que ele nos ensinou: amais-vos uns aos outros.

Nesta singela e doce lição esta a apoteose de viver na plena felicidade que o Senhor coloca a nossa disposição em toda sua obra majestosa, essa virtude nos faz compreender o sentido da vida, a compreender os nossos semelhantes e qual a nossa verdadeira postura frente aos nossos sentimentos e ações que são importantes para as nossas possibilidades e com toda forma de vida existente entre nós.

Muitos irmãos estão no estagio expiatório e em franco progresso de sua existência rumo ao reino dos céus, mas para atingir este ápice da condição angelical, aos quais todos nós caminhamos e progredimos, havemos de nos moldar quanto aos nossos atos e sentimentos conforme a vontade e sendo obedientes à vontade e aos mandamentos do Senhor.

Trabalhar estes determinados valores e sentimentos em nós são importantes para alcançarmos significativos progressos em nossa rica caminhada, lembrando-nos sempre que todas as situações de conflitos que vivemos nascem de nossas próprias ações e escolhas e o que consequentemente se refletirá na proporcionalidade de nossos momentos presentes, por isto a importância de nos civilizar de todos os nossos atos, dentre eles o domínio de sentimentos como ódio, pois quando deflagramos a um irmão este perverso sentimento por questões diversas, ferimos a nossa própria alma e estagnamos a nossa evolução, e enquanto não restabelecer a paz para com este irmão, haveremos de renascer tantas vezes quanto forem necessárias até extinguir este baixo sentimento como diversos outros para viver o ápice maior que do amor incondicional a todos e sem qualquer vestígio de sujidade em nossa alma.

Aquele que vive entre o amor e o ódio vive dois extremos opostos e um abismo profundo em sua alma, o que faz com que em muitos se percam quanto às oportunidades de progredir, pois este sentimento tóxico vem alinhado a outros mais como a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a vingança e todos os sentimentos peçonhentos do maligno a desviar os filhos de Deus quanto à salvação e condenar a este a viver no sofrimento existencial e no conflito intimo, pois estes males nos cegam a querer vislumbrar o valor da bondade num outro irmão e muitos por serem fracos na fé e de duvidar do amor e da proteção de Deus de bondade acabam se entregando as armadilhas de sentimentos como estes que apontamos e ao qual se estenderá a caminhada por mais tempo.

Admitimos que não seja fácil viver neste planeta de expiações com todos os desafios que havemos de enfrentar e vencer, a começar pela compreensão em aceitar o outro com as suas fraquezas e buscar ser benevolentes, caridosos e superiores ao mal perdoando e amando sempre. E se o nosso objetivo é a salvação e viver a plena felicidade, havemos de começar a enfrentar todos estes desafios, começando por superar a nós mesmos e determinados comportamentos que atraímos por nossa vontade como a acomodação, a preguiça e outros mais que nos impede o verdadeiro progresso e entre estes estão à vaidade e o orgulho que nos impede de realizarmos determinadas tarefas que o Senhor nos designa por crer que não seja justo viver ou mesmo de que não podemos nos sujeitar a deliberado serviço por não condizer com nossa posição social ou mesmo intelectual.

E é importante lembrar que no plano de Deus somos todos iguais mesmo com habilidades diferentes, compreendendo que nenhum irmão poderá se considerar mais importante do que o outro independente de sua graduação, até mesmo aqueles que já atingiram a condição de anjo sabe desta máxima, pois tiveram que vencer a si próprio e aos males para atingir essa condição, pois todos nós um dia estaremos juntos na mesma equivalência angelical e ninguém estará isento de precisar um dos outros e principalmente para aqueles que deflagram o seu ódio ou quaisquer outros famigerados sentimentos perversos que nos faz isolados do banquete da paz do Senhor.

Por isto amado irmão, vamos trabalhar para tirar de dentro dos nossos corações e da nossa alma todos estes males que são nocivos apenas a seus portadores e mesmo que a nossa energia possa querer prejudicar o outro, lembre-se de que o mais afetado será a própria saúde espiritual e a nossa paz.

Ame sempre, perdoe sempre e espere pouco.


Dr. Bezerra de Menezes, escrito pelo médium Marcelo Passos.

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