segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Equilíbrio e cautela




            Todas as obras dispostas a nosso favor assim como a missão frente à sociedade em um todo, requererá de seus atores fatores primordiais para a execução e tendo por cota básica o sucesso de todos os empreendimentos que se é disposto. O fator paciência é essencial para o controle de todos os atos e sentimentos que havemos de partilharmos com o universo diferenciado a nossa presença. Ninguém é igual a ninguém, mesmo que a concepção seja a mesma.

A existência é como uma enorme maquina que exerce uma função pratica a favor da facilidade, mas dentro de sua concepção ativa há diversos motores com funções distintas que faz com que tudo funcione com a finalidade da produção máxima, mas se uma peça falhar poderá comprometer toda uma função produtiva, sendo necessária a manutenção e a reparação dos danos para voltar à carga máxima de oferta ao bem.

O equilíbrio e a cautela da comunhão vital nos alerta para que possamos ativar em nós virtudes capazes de nos colocarmos na principal tarefa de progresso de uma sociedade que começa pela nossa individualidade, ou seja, se não tivermos bem conosco mesmo não há como ver no outro o bem que tanto desejamos, pois não tendo a força pessoal iniciada da própria vontade o desequilíbrio fará parte desta realidade, ou seja, a alegria não estará completa se não exercermos a função fundamental do respeito aliado com a caridade pura, que é como uma grande maquina se há algo em nós que não esteja funcionando bem, a funcionalidade total estará incompleta e a oferta poderá comprometer uma qualidade real no que possamos de verdade produzir, ou seja, o bem em um todo.

O planeta expiatório coloca todos os irmãos em confronto consigo nas diversas formas de natureza a compartilhar o mesmo espaço vital e do progresso em comum, os irmãos encarnados estão dentro de um universo com todas as formas de exercício da carga máxima da prudência, onde a iniciar-se numa família o recomeço de novas missões, a pratica do amor e do direcionamento ao bem estará sob a responsabilidade de que o acolhe e tendo este o compromisso e a gratidão de colocar em atividade todas as oportunidades para elevar-se ao exercício edificante do evangelho de Cristo o ofício do amor.

            Havemos de compreender que somos seres limitados, podemos dominar com bastante lucidez determinado assunto e tarefa, mas haverá sempre muitas outras funções que nos faltarão à capacidade de entendimento e mesmo na habilidade de exercer tamanha tarefa desempenhada pelo outro irmão que trabalha com a mesma facilidade que tens sob a sua capacidade a tarefa praticada.

            Nesta logica há de se exercer a virtude da cautela e não buscar ofender o próximo quando este não obtiver a mesma facilidade que tens na sua vasta sabedoria, é como o professor capacitado que ensina seus pupilos o exercício da missão que já exerce, precisará da paciência para ensinar com equilíbrio o desconhecimento do aluno e a fazer dele um eximo profissional do futuro.

            A comunhão da vida vem na mesma vertente, sempre haveremos de nos pautar pelos cuidados a aquele irmão em progresso, sabendo que somos todos seres individuais com missões e capacidades distintas mesmo dentro da mesma habilidade, haverá sempre alguém que terá maior conhecimento que o nosso bem como aqueles que terão um conhecimento mais escasso e que necessitará do nosso amparo e de quem tem maior conhecimento.
            Ao iniciar qualquer tarefa tenhas em mente que é um estagiário, mesmo que lhe transborde todo um conhecimento, mas tendo sempre a virtude da humildade terás sempre um aliado ao seu lado que poderá ampara-lo a qualquer momento da sua existência, pois o líder maior não é aquele que dita às regras, mas que vai a frente abrindo todos os campos e clareando a escuridão com o mesmo suor e luta, mas ensina com todo amor e caridade, pois a este líder tem em sua essência a paciência, o equilíbrio e a cautela de saber que ninguém pode se julgar tão sabido que não precisará do outro para caminhar mesmo que este seja apenas um embrião da vida.

            Busque trabalhar com critério logico estes conselhos apresentados para que as demais virtudes como o exercício do amor e mesmo do perdão seja natural e genuíno a ser vislumbrado num outro irmão. Louvemos a Deus, mas não somente nas orações nos templos, mas nos exercício ativo e cotidiano a facilitar, a ensinar e a aprender sempre, com amor, humildade, paciência, desprendimento com equilíbrio e cautela, pois somente assim podemos avançar com merecimento.


            Dr. Bezerra de Menezes, escrita pelo médium Marcelo Passos. 

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