sexta-feira, 7 de março de 2014

Decimo Mandamento



Não cobiçar as coisas alheias (10º Mandamento da Lei de Deus)


            A prosperidade material em sintonia com a evolução espiritual acompanha não somente ao merecimento do esforço recompensado pela honestidade do progresso como também vem brindar com uma das satisfações e a gratidão de reconhecer em si mesmo os louros de cada conquista merecida.

            Tudo que adquirimos com frutos sadios do trabalho de certo é abençoado por nossos amigos espirituais e abençoado por Deus Todo Poderoso que se alegra de verdade com estas sadias conquistas que elevam o ser a sempre buscar o lado certo da vida.
                                                                               
            Mas nem tudo na vida são flores neste planeta conturbado com todas as ofertas nocivas do maligno a perder todos os filhos do criador, como vemos nos demais mandamentos, todas as contravenções as leis divinas são facilmente contrariadas por ações ditas comuns neste universo material ditado infelizmente por forças ocultas do anjo negro do pecado, que consumindo nosso livre arbítrio e orientando sempre a pratica da intolerância ao seu semelhante nas variadas formas de sentimentos e ações.

            A inveja e o egoísmo sempre acompanham muitos irmãos quanto de uma conquista alheia, seja em qual esfera for e a calunia quanto ao merecimento dos bens adquiridos sempre ganham dimensões desproporcionais ao desrespeito e a cobiça do que não lhe pertencente e não são abençoadas. As conquistas iguais ou melhores do que de seus semelhantes estão à disposição e livremente possível a todos, basta apenas vestirem o manto da honestidade aliado a disciplina, a força de vontade e a persistência para merecer toda a vontade da prosperidade.

            Assim também é a nossa condição para a salvação e para merecer após o desenlace do espirito com o corpo material o habitar nos mundos mais elevados, mas a conquista ao merecimento começa pelo próprio esforço e pela própria ação elevada ao bem universal em todas as suas possibilidades que é um horizonte real de situações a se praticar, começando é claro pela lealdade e a obediência à vontade de Deus e no poder ver em cada irmão o fruto sagrado da fraternidade aliado aos princípios do bem e a imagem de Deus refletida na paciência e na tolerância nossa de cada dia a praticar para com nossos gêmeos.

            A todos sem exceção é dado à possibilidade real de poder conquistar seus bens, material e espiritual, principalmente quando se desprenderem das ofertas e se libertar do mau imperador diante do orgulho e da vaidade do ego coroado a nossa consciência e no impedimento no progresso divino. Quando de posse destes nocivos sentimentos, dificilmente poderá haver a comunhão divina com todas as suas praticas.

            Mas muitos irmãos com furor ferino atacam seus semelhantes cotidianamente e sempre levantando falsos para com estes desconhecidos e suas conquistas, como também há irmãos que consome o bem alheio para si causando o furto de todas as espécies possíveis, não apenas material, como nos sonhos, nos projetos, na atenção, no esforço de suas atividades, nas escolhas doutrinarias, enfim, uma variedade de situações praticadas, mas que roubam o livre arbítrio para que este possa comungar artificialmente de uma felicidade que não lhe pertence, afinal meus amados a sociedade deseja impor sobre o outro algo de unidade exclusivamente pessoal e a querer que este comungue com algo que não lhe é devido à verdadeira felicidade do espirito, quanto ao comportamento individual se ele não compromete a saúde coletiva com seus atos e se a condição escolhida para a felicidade lhe é peculiar para ser agente de Deus, nosso Senhor não vai questionar suas escolhas e sim perguntara a cada um de nós: O que fez de relevante para com seu semelhante e sua sociedade? Por isto, não devemos cobiçar nada alheio e muito menos suas particularidades, evidente que o respeito é um dever, mas jamais o comportamento do outro deve ser palco de discussões e sentenças injustas.

            Quando um irmão se apresentar com comportamentos, crenças, etnias, condições sociais e sexuais destoante ao seu, veja o que o seu coração expressa antes de praticar o ato mais ingrato do preconceito, neste momento como diversos outros atos compartilhado as ações e os sentimentos ao qual devemos elevar o nosso coração a Deus é que saberemos se deixamos ou não a vontade do Pai agir em nós, quando algo tão supérfluo dominar nossos comportamentos na pratica da intolerância e do desrespeito ao próximo de certo que ainda não estamos conectados totalmente ao Criador e neste momento que devemos buscar nossa relevante mudança e nossa metamorfose para compreender as diferenças de nossos iguais.

            No instante que permitirmos que nossos irmãos desfrute da própria felicidade nas suas escolhas e nos comportamentos, podem esperançar uma nova era de progresso e elevação e um novo mundo cada vez melhor, pois quando respeitarmos o universo dos nossos semelhantes compreenderemos o verdadeiro sentido da caridade e alcançaremos a fonte eterna da juventude da felicidade. Deixe o outro ser feliz e seja também.


            Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo Passos.

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