terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Sexto Mandamento



Não adulterarás. (6º Mandamento da lei de Deus)

            Neste sexto mandamento vamos aprofundar na relação humana de lealdade quanto à interação ao respeito mutuo que sempre deve prevalecer pela máxima no comportamento universal para que se alcance a harmonia e a paz que tanto é clamado pelos habitantes do planeta.

            Como toda a vontade do criador devemos abrir os nossos horizontes para que nosso comportamento esteja em sintonia com os planos divinos, quando neste mandamento surge-se para não cometer adultério atentamos não apenas para a relação afetiva entre irmãos que de enlaçam em matrimonio conjugal, esta na paridade da comunhão como o respeito e a participação ativa nos interesses da sociedade em que estão todos inseridos, quando cometemos a ingerência de contrariar a confiança de outro irmão, independente do grau de intimidade, cometemos adultério sim no sentido interpretativo da traição, ou seja, contraiamos a confiança de quem tanto confia a nós suas particularidades e mesmo amizade.

            Quando toma para si irmãos para o enlace matrimonial, há de se ater para a lealdade obrigatória do respeito ao companheiro ou companheira que se une na formação sagrada da família, formando-se assim a continuidade da vida e da missão que se responsabiliza frente ao criador e a pessoa que esta ao seu lado, a união indestrutível ao homem é abençoada por Deus não apenas na coroação dos sacerdócios e sim na convivência leal e do respeito que imperam sobre o lar da vida. A confiança jamais deverá ser perdida por interesses primitivos e pelo desrespeito e não fazer o outro sofrer, a união deve prevalecer para o equilíbrio, onde um é fraco o outro complementa com sua força e vice e versa, este é o sentido da união sempre caminhando para o auxilio continuo da vida.

            Querer conhecer o outro irmão e aos interesses em tê-lo como companheiro para toda a vida deve em primeiro momento colocar a frente o respeito e os limites das fronteiras da vontade, ater para a bagagem que o outro carrega, ou seja, todos têm uma historia ao qual se deve conhecer com atenção, como também temos nossa existência e experiências acumuladas, as naturezas comportamentais jamais deve invadir o livre arbítrio pessoal e usurpar a liberdade alheia, devem-se todos se respeitar e se isto não for cumprido, o insucesso das relações será iminente e a destruição do instituto sagrado da união de Deus formará a grave crise familiar que está instaurada na sociedade.

A falência da família ao longo da historia humana tem preocupado com bastante tristeza a Deus e aos irmãos espirituais que conhecem o sentido real da união verdadeira e que ao longo deste tempo tem lutado com todas as forças para que essa contravenção seja revertida em favor da família, o adultério nesta matéria tem sido assustadoramente praticado por seus cônjuges na modernidade do planeta, como se a pratica fosse natural, ao contrario, quem comete o adultério contra a família, peca contra Deus, pois o que ele une e abençoa como fez a Maria e José, são indestrutíveis, lembrando que a união esta na lealdade e na edificação diária do bem, não apenas entre o casal e sim pelos frutos produzidos pela união. Já nos templos há a benção valida em nome do criador, mas quem determina e abençoa a união verdadeira é o Pai eterno, os procedimentos religiosos são meramente formais diante dos comportamentos sociais frente à vontade real de Deus e ao respeito majestoso da convivência e da construção permanente da união. Há de nos alertar que a satisfação carnal não é a máxima da união de Deus, é consequência, mas a profunda realidade é no enlace da formação da família, na luta diária para o aconchego do lar, do amparo ao outro nas suas fraquezas e no equilíbrio e proliferação da vida.

Os obstáculos da união serão muitos, como na vida material que proporciona o estagio planetário do espírito, assim como todos lutam para supera-los nas suas individualidades, deve-se lutar com a mesma força para a manutenção da vontade divina na união da força do bem.

Não há o que se debater contra a vontade divina em nome de sentimentos e necessidades egoísticas a satisfazer algo que é subjetivo a profundeza da alma e no compromisso assumido perante o criador no momento em que ele apresenta aquele ou aquela que formará a família abençoada da sua vontade. Necessidades carnais nada mais é que algo primitivo da alma que ainda persiste em aflorar na vontade do homem moderno, todo excesso praticado é nocivo, agora, se a energização do corpo e da alma necessita desta pratica, pelo menos respeite o templo da sua alma e o santuário alheio e não use deste recurso como forma de colocar seu semelhante em situações vexatória e humilhantes, afinal, toda ação da criatura humana é considerada e as responsabilidades serão proporcionais a que expomos nossos páreos.

Para muitos leitores essa crônica é impossível de se tornar cotidiana na vida moderna planetária, pois as praticas sociais levam para outros caminhos, mas reforçando a máxima de que o livre arbítrio é lei e é pessoal, assim como a satisfação plena da felicidade somente é possível se sentir pessoalmente na alma, sabendo que Deus não nos obriga a nada, mostra caminhos, mas a vontade individual e as escolhas são livres, afinal, a vida é repleta de escolhas, como também de consequências.


Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo Passos.

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