quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Sétimo Mandamento



Não furtarás (7º mandamento da Lei de Deus)

            Subtrair qualquer bem de seu próximo, seja ele material ou imaterial como os sentimentos é uma contravenção à lei do respeito e peca contra Deus no sentido de limitar suas posses dentro do merecimento genuíno que jus fez por merecer, mas quando ultrapassar estes limites pode-se crer que com Deus inteiramente o autor não estará na sua plenitude, estará servindo o mal que a todo instante trabalha para impedir o progresso do povo de Deus.

            No tempo primitivo os seres de reuniam em agremiações humanas e protegiam suas nacionalidades distintas, adquiriam o que de melhor poderiam ter sem que para isto necessitasse furtar seu próximo, existia sim a luta pela caça e pela sobrevivência, mas numa frequência da necessidade pela vida, ao contrario que ocorre ao longo de séculos na humanidade modernizada, onde o discernimento do bem e do mal passou a fazer parte do raciocínio onde os atos pode sim ferir seu semelhante numa profundeza maior do que somente física e alinhada à presença da oferta maligna, a humanidade tomou rumos distintos ao proposto pelo criador para a salvação dos seres.

            Perguntam-se muitos os irmãos encarnados: Se Deus nos criou a sua vontade e harmonia, porque havemos de passar por tantas privações, desafios e constantes mutações de comportamentos para nos salvar?  De fato irmãos que a rotatividade da vida é necessária para que salvemos as espécies que ao longo do tempo tem se perdido pelo pecado, desde mesmo as primeiras manifestações de vida humana, onde o homem já de influencia do mal contrariou a vontade de Deus e desde então as gerações futuras tem de labutar para reparar os débitos e elevar-se na confiança divina e na lealdade, assim também como nossos atos reflete-se no progresso na vontade divina e pela misericórdia havemos de melhorar sempre, por mais que nossos semelhantes possam não acreditar em nós e que podemos mudar sim para melhor, nosso Senhor nos dará todas essas oportunidades quantas vezes forem necessárias a atingir a perfeição de seus desígnios, pois ele acredita em mim, em você e em todas as suas criaturas e também as provações são necessárias para resistir e defender-se pela fé que tanto dizem possuir e nos momentos de tribulação colocando o bem sempre à frente, mesmo que o mal nos machuque ou mesmo interrompa nossa caminhada, mas aquele que confia nas promessas encontrará a justiça no Senhor.

            Voltando ao sétimo mandamento, vemos ao longo da evolução que a usurpação do bem alheio tem se tornado cada vez mais comum, onde no aguçar da posse sem precedentes tem feito o homem estagnar no tempo e retroagir na forma primata de sua vontade, com o agravante do crime consciente da pratica do mal, quem por merecimento adquire bens seja ele qual for, desde que o certo esteja sempre nas ações o Criador dará sempre a sua benção, desde também que o bem da caridade esteja aliado a que concedido pelo esforço e pelo trabalho dignificador, ou seja, aquilo que possui deve ser uma parte revertida à doação, não simplesmente a oferta pecuniária, mas sim o que se pode fazer de relevante ao bem da coletividade.

            A doação do que se adquire é um universo de possibilidades que possa gratificar-se e devolver ao senhor a confiança da matéria que nos oferta e no proposito do dizimo em sua matéria do bem, sendo que a doação por valores financeiros é sim possível, principalmente no planeta onde as moedas são fonte de trocas e de bônus pelo trabalho, mas essa oferta é uma possibilidade dentro de um universo que temos de honrar com o pai que nos condicionou ao empréstimo de bens que tanto almejamos no progresso e principalmente na vida e no discernimento que nos é agraciado na graça divina em tornar o planeta cada vez mais prospero.

            Pelo sentido material da doação, se o irmão adquire um automóvel pelo merecimento de seu esforço, ele poderá doar e facilitar a vida de outro irmão pendente de deslocamento a encurtar sua caminhada, se tem um salario poderá auxiliar o outro nas suas necessidades, desde claro o outro esteja em necessidade real e não de posse da má fé a querer barganhar vantagens indevidas, pois isto também se caracteriza subtração de algo que não lhe é de direito, ou seja, usam de artimanhas para ter algo indevido, quem pratica tem suas responsabilidades, quem é vitima tem a justiça divina ao seu lado. Se tiver uma profissão seja qual for, poderá auxiliar o outro nas suas necessidades e desinformação a se nortear sem que esteja simplesmente condicionada a vantagens pecuniárias, o medico não pode deixar de salvar uma vida se a vitima não tiver proventos para subsidiar seus honorários, o pedreiro não poderá deixar de salvar um lar em desmoronamento e de sua habilidade escorar as paredes se ocorrer o mesmo procedimento sem a condição da diária no desespero alheio, assim é em todas as áreas humanas.

            Se um irmão tem uma ideia ou um projeto renovador seja ela no ambiente de trabalho ou qualquer outro meio, mas que possa tornar a convivência melhor e a competitividade da vida material a frente de outrem, de o devido mérito ao seu idealizador, aquele que toma lugar que não lhe é devido, também comete a contravenção deste mandamento. Aquele que usa da força animal para facilitar o progresso e não dá o devido reconhecimento e dignidade ao animal, também estará furtando o limite desde ser sagrado. Se Deus confiou sua vida para o bem coletivo e quem transgrida cometendo o mal, furta a confiança do Senhor.

            Aquele que agride o outro por suas crenças seja ela de qual natureza for pelos que praticam a intolerância frente ao comportamento e escolha individual de seu próximo ao combustível real da felicidade pessoal a serviço do bem social, estará também furtando algo, o livre arbítrio ao serviço bem.

            Não existem pequenos ou insignificantes furtos, o que não é de direito possuir, principalmente do outrem vai contra Deus, quando usam de esperteza para desfavorecer o seu semelhante por lapsos diversos, também furta a boa fé.

            Essa pratica do instituto do furto fora inserido como normalidade na sociedade como pautasse pelo direito, não, a lei de Deus não deve ser comparada como a dos homens que necessitam mudar para se adequar a modernidade do progresso perecível da matéria, a lei de Deus é única e imutável, os irmãos que devem a todo o momento se adequar a ela se realmente desejar a salvação e o atender a vontade do Pai.

            Essa mensagem meus amigos fora construída de uma vontade universal, desejo que os leitores deixem de lado o rotulo religioso e procure não acatar a tudo exposto como regra, mas que possa assim como todas as mensagens não apenas essa, mas todas aquelas proferidas de coração seja de qual grau de instrução humana for, de qual natureza religiosa, mas se expressada com o amor que Jesus Cristo tanto quer pratiquemos, use-as para elevar para o bem não apenas no sentido egoístico, mas que possamos todos em harmonia desfrutar da graça da tranquilidade e do sossego do espírito e ter a segurança que pelo bem praticado não há o que temer as investidas do mal, afinal, a justiça divina sempre favorecerá o praticamente do bem.


            Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo Passos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário