quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Segundo Mandamento



Não tomar o seu Santo Nome em vão (2º Mandamento da Lei de Deus)
           
            É tido que a palavra e o nome mais propagado por toda humanidade é o de Deus, nosso pai e criador de tudo que existe, em várias nacionalidades e povos sua nomenclatura é substituída por diversas profecias, mas ele é o único e não importa qual nome se dê a ele, o importante é saber que ele é tudo.

            Afinal, quem seria Deus? Como ele é? Que forma terá? Sua face imagem que muitos almejam conhecer, assim como as imagens de muitos irmãos que são propagadas neste gigante universo. Como nosso espírito embutido na forma corporal que não conhece a profundeza da alma alheia e não temos a permissão e muito menos a autonomia para adentrar sem licença em profundezas tão intimas. Conhecemos a estética e as ofertas alheias. É deste modo que Deus surge para nós, sem imagem e sem face num todo de uma vida repleta de oportunidades.

            Deus existe sim, mas a nossa evolução não permite ainda conhece-la a grossa visão, por ainda os habitantes do planeta serem limitados e ainda a agressividade fazer parte do espírito evolutivo de grande parte dos irmãos encarnados e mesmo desencarnados, onde mesmo depois do desenlace da matéria ainda persiste em descrer da obra divina e o que dirá aos céticos e os inúmeros religiosos que praticam a intolerância frente a outros irmãos que buscam diversos caminhos para se chegar à salvação.

            Nosso Senhor esta em tudo, no mineral, vegetal, animal, humano e nos anjos em formas relevantes de crescimento e de benfeitorias positivas para o bem coletivo, que esta em franca defasagem social em face a oferta agressiva do maligno em atiçar no íntimo de cada um o lado mais obscuro e perverso da deslealdade e do desrespeito às diferenças pessoais. A condenação a outros irmãos por andarem contrario as regras comportamentais de uma sociedade amordaçada faz com que a imagem real do senhor permaneça invisível as nossas fraquezas e limitações absurdas da buscar da convivência em harmonia.
           
            Somos iguais perante o senhor e diferentes ao redor, o espírito é único em formas diferenciadas assim como os comportamentos e costumes, a sociedade visa regrar parâmetros de convivência, mas peca na intolerância, a liberdade do espírito é amordaçada por estes fenômenos costumes que impedem os homens de viver a real felicidade.

            Quando inseridos nas diferenças físicas, somos trabalhados diariamente a respeita-las, como também pleiteamos determinado comportamento as nossas individualidades peculiares na busca única e da certa felicidade da salvação divina, quando não respeitamos as formas físicas de nossos gêmeos que é tão presente e comum no plano material, como atingir o respeito das escolhas e os comportamentos individuais da intimidade (...), abre- se neste campo o primeiro vestígio da face de Deus não fazer certeza em nossa consciência, se ele apresentar a humanidade progressista em franco desenvolvimento evolutivo, mas ainda limitada como uma forma determinada, demais outras formas seriam desprezadas pelo preconceito impregnado nas ações e sentimentos.

            Deus esta no universo e em tudo, sua liberdade de grandeza é tão infinita que mesmo criando-nos no seu amor e a na sua vontade, nos da toda a liberdade de escolha para qual caminho seguir, se é do bem ou do mal, jamais ele tomará nosso livre arbítrio como faz o maligno quando deseja ter o numero aumentado de contingentes a fazer parte do seu exercito a perder outros mais pelas infinitas ofertas do pecado. É sabido que o mal é bastante ardiloso e perverso que se reveste em muitos momentos de aparência inocente a esconder sua ferocidade e a prender e devorar as ovelhas do verdadeiro e único pastor.

            A limitação humana é tão grande que muitos desrespeitam este segundo mandamento com bastante naturalidade e crê não contrariar a vontade divina, muitos usam seu santo nome para apontar erros e defeitos alheios na pratica da intolerância frente às escolhas pessoais na busca da felicidade e plena da ação para o verdadeiro bem, afinal, aquele irmão preso e limitado pelo regramento de uma sociedade pode até atingir o sentido da felicidade e viver a pratica do bem, mas de uma forma limitada e artificial, nunca este espírito estará realizado e motivado relevantemente a contribuir de forma célere ao bem coletivo. Eis uma explicação para tamanha violência, infelicidade e depressões que assola o planeta e a baixa energia propiciando a crescente desigualdade e intolerância desproporcional, sendo que muitos destes atores da discórdia e do preconceito agem supostamente em nome de Deus escondendo no nome do criador suas vastas limitações e abismos profundos da alma arrastando ainda um significante número de vitimas.

            Este sentido da contravenção do segundo mandamento esta por toda parte, nas guerras bélicas, na intolerância religiosa, na sensibilidade nociva para a discórdia nas insignificantes provocações, nos erros alheios, nas limitações oriundas da evolução, nas disputas acirradas pelo poder a todo custo e formas, nos preconceitos múltiplos das diferenças universais, enfim irmãos, como pode nosso pai apresentar-nos como imagem senão conseguimos visualiza-lo nas mais singelas manifestações de vida.

            Quantas vezes ele já apresentou a nós e não soubemos visualiza-lo diante dos olhos, a começar pela própria existência, onde muitos não zelam pela preciosidade da própria vida, como também nos enviou seu unigênito, Jesus, e muitos da época que diziam pregadores da palavra e da vontade divina o perseguiram, condenaram e crucificaram-no (...). Como também cotidianamente envia anjos em diversas formas a mostrar o caminho da salvação e sendo injustamente condenados em nome daquele que o enviou, por ainda imperar no coração de muitos as chagas do preconceito e da intolerância, vemos anjos de Deus inseridos em todos os meios públicos e somente aqueles que cheios do espírito santo, como os excluídos e pecadores salvos por Cristo conseguem ver a luz da salvação.

            Você irmão que trabalha em prol da caridade e do bem genuíno, continue a fazer a vontade de Deus, se o julgarem por suas escolhas, comportamentos individuais que o faz feliz e serve de combustível para a pratica motivadora do bem se lembre de que também o filho do Onipotente foi julgado simplesmente para nos salvar.


            Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo Passos.

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