segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Quinto Mandamento



Não matar – 5º mandamento da lei de Deus.


            Quem nos deu o maior bem da nossa existência é o único que tem a autonomia para tira-la no tempo que efluir sua vontade, essa é a vida, tão sagrada quanto nosso amor ao criador e nossa obediência a sua vontade, principalmente neste planeta conturbado com a oferta do mal, mas temos o dever de restaurar os sonhos e preparar o mundo para as futuras gerações poder desfrutar o melhor que poderão usufruir.

O mesmo mundo que nos acolheu na encarnação é o que deixaremos para a história, cada momento traz consigo significantes conquistas tanto no campo material e principalmente espiritual, onde vários comportamentos foram se modelando ao longo dos séculos e permitido a facilidade de propagar o bem. Muitos irmãos no tempo regresso tiveram relevantes conquistas com o limite de seu alcance e o que dirá neste tempo onde as facilidades estão ao acesso de muitos e porque não fazer um pouco mais de esforço e fazer do planeta uma grande fraternidade.

Neste quinto mandamento também um dos mais afrontados pelo homem no convício social, o matar outrem, este sentido não esta exclusivamente relacionada à interrupção da vida física, há muitas mortes que se pratica cotidianamente que impede com bastante proporção do bem coletivo e o desfrute da harmonia espiritual que deve prevalecer sobre o coração dos homens.

A morte está nos sonhos pessoais quando contrariam conceitos egoísticos de outros irmãos, zombam do outro por quererem viver um sonho, mesmo que aparente utopia como a paz no planeta, de projetos relevantes para o bem nas intenções genuína sendo recebida com desconfiança e cólera na maior parte das pretensões, a morte de homens públicos que almeja uma nação prospera e feliz sendo ofuscados pela corrupção gritante que adoecem a saúde de suas nacionalidades, na morte da felicidade interrompida pelos preconceitos individuais a ditar normas e costumes comportamentais que amordaçam muitos a desfrutar deste bem exclusivo, a morte da elevação social de muitos irmãos que são impedidos de alcançar por egoísmo e inveja de outros que trabalham para imobilizar qualquer ação de outro irmão no progresso e principalmente quando este desenvolve habilidades mais profissionais que possa ameaçar aqueles que estagnam no tempo, vemos muitas mortes ocorrendo principalmente no palco onde a vida deva ser maior valorizada, nas doutrinas religiosas, que dizem viver o evangelho de Cristo, mas muitas vêm usurpando a liberdade em regras arbitraria e longe da vontade divina e outras novamente na coroa de suas ideologias regidos pelos preconceitos declarados, apontando erros como autoridade lhe fosse designado para julgar seus semelhantes com intolerâncias arbitrarias, não respeitando crenças que nada mais é que associação terrena, pois na eternidade não há religião, há sim a religiosidade do respeito as diferenças evolutivas e ao amor verdadeiro a existência do próximo.

Enfim irmãos este mandamento abre a proporção do horizonte nebuloso que com frequência tem atingido a humanidade como normalidade houvesse e nada de contravenção tivesse nas ações praticadas, mas na verdade é uma morte dolorosa e lenta que proporcionam a suas vitimas, por isto a necessidade da reformar interior e de guardar um dia para essa reflexão, ou seja, será que estou ou não matando meu semelhante inconscientemente, de certo que o pensamento é mais livre que as ações, mas o perigo de ambas se fundirem é grande, onde o pensamento se faz ação e arrasa sonhos e o progresso alheio para a morte, além do suicídio inconsciente de seus atores. Pois quando matamos sonhos, também temos nossa significante responsabilidade e débitos para com outrem, principalmente quando essa morte é movida por sentimentos nocivos, como egoísmo, inveja, cólera, ingratidão, ódio, rancor, raiva que além de fazer chorar seu semelhante enterram sua alma na areia movediça nas trevas solitárias do insucesso e do submundo da infelicidade da alma.

De certo que no plano de Deus todas as ações e sentimentos do homem serão considerados no patamar do seu merecimento e onde sua consciência o levará. Por isto tudo deve ser sistematicamente praticado, para que não cometemos com outro o que não gostaríamos que fizessem conosco, principalmente na paciência das fraquezas. Para muitos leitores essa consciência é difícil ou mesmo impossível de se praticar neste universo enfermo, talvez, agora se essa consciência o consome, então o seu mundo permanecerá ruim mesmo, pois se você não acredita em si que pode fazer diferente da sociedade massacrada pelo mal e ser o portador do bem, quem além de Deus poderá acreditar que realmente poderá ser salvo e feliz?

Agora, umas das praticas mais comum e sendo o crime mais afrontoso contra o criador é a interrupção voluntaria da vida, quando movidos por índices alarmantes da impulsividade do mal a indicar erros capitais e a perder-se pelas trevas condizentes com essas praticas malignas, sendo que qualquer provocação é motivo para essa pratica tão nefasta contra a vida e contra Deus. Essas ações ainda presentes no homem estão enraizadas com o passado primitivo da existência, onde os homens se portavam sem o devido discernimento que hoje é uma graça para separar o bem do mal, mas no tempo do homem primitivo, eles agiam pelo instinto da sobrevivência, ao contrario da realidade evolutiva, onde muitos pelo prazer de aniquilar e mesmo movidos pelos costumes sociais praticam essa ação hedionda contra a vida, principalmente o aborto sem justificativa que possa comprometer a própria vida, muitos o fazem movidos pelo comportamento social de uma sociedade ditadora de regras e a maior justificativa, mesmo infundada, é a falta de compromisso com a responsabilidade que Deus determina a seu portador diante da condição material.

Evidente que a interrupção da vida diante dos designíos do criador há exceções que são tratadas com atenção especial pelos amigos de elevada posição hierárquica e também por Deus, exemplo: Quando alguém da à própria vida para salvar outro movido pelo sentimento do salvamento em situações adversas de perigo, este é recebido nas colônias com atenção especial, como Jesus Cristo fez por todos nós, quando se calou no momento em que poderia ter se salvado, mas seu ato foi desprendido de vaidade e de egoísmo movido pelo sentimento de nos salvar de todos os pecados e a ser exemplo que podemos sim nos sacrificar pelo outro na prática majestosa do bem e do amor ao próximo, situações idêntica quando pela legitima defesa e proteção à própria vida ameaçada veemente por outro irmão e sendo o crime inevitável, a responsabilidade será creditada, mas desproporcional a que tivesse sido cometido por motivo leviano.

Mesmo uma gravidez que possa trazer sérios riscos a mãe, ao espírito é a oportunidade que têm em saldar débitos consigo na consciência que o perturba na sua evolução e é pelo caminho natural que encontra essa oportunidade, sendo que no tempo moderno ao invés de apenas o ato ser utilizado para a proliferação da espécie, há muito tempo o ato sexual é tido como uma das fontes principais de energização do espirito encarnado, por isso há meios autorizados para se evitar um crime maior contra os planos do criador e se após a prática onde se prolifera a vida, houver o uso de substancias interruptivo, já se caracterizara o crime contra a vida perante Deus, a concepção é abortada voluntariamente, as proteções especiais são permitidas a sua utilização antes da pratica final. E é pelo caminho natural que irmãos vêm em busca da redenção e aproveitando essa oportunidade única para reformar-se e salvar-se, aproveitando essa oportunidade, lembrando como sempre frisamos o livre arbítrio é um direito e havendo atos inconsequentes contra a vida terá sua devida proporcionalidade de débitos. E mesmo se o risco da gestação seja impendente a vida da mulher, a interrupção será da consciência individual e também não se sabe se o debito entre mãe e futuro filho não esta na substituição do progresso da encarnação, diante dos planos divinos não podemos de imediato sondar, apenas servir Senhor com obediência e amor, afinal, somente a Deus pertence toda à vida.


Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo Passos.

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