sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Quarto Mandamento



Honrar pai e mãe (4º Mandamento da Lei de Deus)


            Como todos os mandamentos da lei de nosso senhor é fundamental postar-nos com respeito mutuo. Certo que a profundeza deste quarto mandamento é uma das matérias que devemos consagra-la com gratidão o presente divino ofertado. Quando somos inseridos no planeta material para evoluir no tempo, viemos com a outorga de pessoas que desejaram esta vida que se prolifera nos herdeiros do futuro para conduzir-nos a novas experiências na matéria, afinal, há matérias que somente a vida no planeta pode oferecer ao espírito para seu crescimento existencial.

            Buscar compreender as obras divinas e aceitar os desígnios de nosso pai é determinante para a encarnação em que muitos se encontram para trabalhar com êxito e buscando sempre o melhor e satisfatório resultado para o bem da coletividade na sociedade em que estão inseridos os irmãos.

            Há situações de irmãos que vem sem a livre vontade e o desejo de seus progenitores por situações diversas que não nos cabe aprofundar em méritos, distintos a essa manifestação, mas vem pelo privilegio de poder resgatar os débitos que ainda persiste em atormentar e a agonizar a consciência de muitos de situações regressas e desejando a todo o momento uma nova oportunidade, diante disto que vêm diversos irmãos popularmente chamados de “acidente”, são situações onde classificaremos de oportunidade, em aproveitar o caminho para o renascimento em saldar algo que tanto lhe atormenta.

            A certeza é que ninguém vem por acidente neste planeta, com o qual devemos nos preocupar, pois é nele que a realidade se faz presente na matéria do espírito, tudo há uma motivação para que o caminho seja oportuno para irmãos poderem se salvar e se para isto for necessário nascer novamente, como próprio Jesus Cristo disse, nascemos e as oportunidades únicas devem ser aproveitadas pela lei natural da renovação.

            Se os irmãos planetários fossem puros e de elevada posição não precisaria nascer neste planeta, já se credenciaria a alcançar planetas de maior posição hierárquica da felicidade, mas se neste planeta estão, é porque há matéria que ainda precisa ser aprendida para merecer determinada elevação, por isto que aqui é a oportunidade para aproveitar todas as possibilidades do bem verdadeiro.

            Quando os irmãos recebem a notícia da vinda de um novo ser a prosperar seu espirito em forma corpórea, há situações de primeiro impacto que assusta, principalmente quando não há o devido planejamento, mas isto é detalhe, o importante é que Deus está manifestado aos progenitores algo de sua vontade para assumir o compromisso e a responsabilidade de receber o fruto da semeadura própria, em auxiliar o filho sempre para o bem, sendo que também a vinda de um irmão são consequências de atos praticados pela lei de causa e efeito.

            Há irmãos que não se desenvolvem por fatores naturais, mas a expectativa de renascimento traz a esperança de poder um dia sanar todas as suas dividas, há irmãos que nascem com mutações e limitações físicas, também resultado da lei de causa e efeito e grande parte dos irmãos nascem com sua estrutura física perfeita, tendo o dever de captar o bem e resgatar o passado que somente a Deus nosso pai cabe julga-los.

            Aquele espírito que recebe a permissão para reencarnar e poder saldar todas as suas dividas deve honrar seus progenitores pelo recebimento desta importante graça e transforma-la no objeto perfeito para o bem, de fato como os seres são errantes e em constante evolução, erros serão naturais, principalmente quando for para o desenvolvimento do bem, muitos não entenderão a preocupação e mesmo aquele portador de amor egoístico, mas elevado para o sentido do bem sem nocividade ao progresso, enfim, quem não almeja ver o sangue do seu sangue no patamar privilegiado do progresso.

            Os pais são figuras sagradas na vida de um filho, este sentido transcende o tempo e o laço de amor poderá permanecer eterno desde que construído com este proposito. Pode o espirito materialmente superar aos pais, mas jamais poderão se considerar mais evoluídos, pois um dia também será proliferador e condutor da evolução de outros espíritos a manter acessa a luz da vida.

            É certo que somos seres únicos inseridos na coletividade para o crescimento e a evolução social, mas nem por isto devemos desrespeitar o outro, principalmente aqueles que atingem a máxima de pais, pois eles serão o espelho de toda sua existência, desde que aproveitem ao máximo suas vontades, lembrando também do livre arbítrio que nos acompanha, mas nem por isto deve-se furtar a vivência e o desejo para o bem que há nestes sagrados seres em nossa existência.

            Poderá o futuro colocar-nos em situações opostas, mas deixe o futuro para Deus, viva a realidade do presente, pois ela é fundamental e real, não o abstrato de algo desconhecido, mas havemos de trabalha-lo para merecer sempre as melhores colheitas.

            Mas não são somente os filhos que devem honrar seus pais, a reciproca deverá ser constante, mesmo que se postam de uma evolução privilegiada, honrar o filho de sua carne é da vontade divina, principalmente no desenvolvimento para o bem continuo que deve ser imperecível, mostrar o melhor caminho, ensinar o bom respeito e o amor de Deus, essas e demais sentidos para o bem que deve sempre acompanhar neste universo da sagrada família, afinal, a responsabilidade é de todos auxiliarem um ao outro, não apenas dos laços afetivos e sim a sociedade em geral.

            Os filhos tem sua obrigação como os progenitores também e como maiores responsabilidades que fazem perante Deus, principalmente na manutenção e conservação da vida. O que ocorre com frequência na vida material é a interrupção dolosa da vida que não pertence exclusivamente ao útero e sim ao criador, quando transgrede-se a lei da vida por vontade egoística, estarão cometendo uma falta grave perante a justiça divina. Aquele que crer que seus problemas se encerram com este crime, engana-se, e na prestação de contas aceite com humildade os desígnios divinos, além de haver a cobrança por aquele irmão que fora impedido de prosperar, ao qual também a divida lhe será devida.

Como há também há aqueles que abandonam seus filhos por necessidades capitais, sua responsabilidade a transgressão a vontade divina será menor, pois ainda seu ato permite que este irmão possa seguir saldando seus débitos e evoluindo no tempo, mas também não significa que a divida será esquecida ou desprezada. Poderá o tempo promover o reencontro, fazendo com que aquele espírito encarnado possa compreender seus atos. Mas os que abandonam por questões morais, sociais e mesmo estéticos a responsabilidade equiparam-se a interrupção dolosa, ficando a cargo do criador a proporção dos débitos e a nós a responsabilidade de praticar sempre a lealdade a suas leis.

            Outra situação também recorrente é quando o irmão renasce no planeta e seus progenitores voltam para o plano eterno, ficando a cargo dos pais do coração conduzir este espírito ao bem, sejam em casas particulares como em instituições especiais, mas a máxima da lei permanece igual na sua aplicabilidade, determinando que os filhos do coração honrem seus anjos como sua verdadeira raiz.

            Ame e honre sempre e a todo instante aqueles que sempre preocupam com você, que preocupa e vela pelas dores noturnas, quando se entristecem quando se sentem tristes, alegram junto com você, sorrir e chora junto, que daria a própria vida evolutiva para que você permaneça evoluindo, aqueles que fazem de tudo por vocês, pois um dia poderá esta na mesma situação e se mesmo assim a ingratidão do tempo fizer presente, pelo menos tenha na alma a certeza de que sua parte e responsabilidade fora honrada e a todos nós que somos filhos, não faça chorar o coração que tanto lhe quer sorrindo.


            Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo Passos.

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