sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Rompendo limites



Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, dai de graça! Mateus. 10,8.

           
O estagio planetário permite que nosso Senhor deposite em determinados irmãos a confiança em estender a sua vontade e a realizar sobre a humanidade a liderança frente às inúmeras enfermidades da alma e que traz sérios transtornos à caminhada evolutiva.

            Diferenças são marcadas pela diversidade vital disposta nos recursos minerais, vegetais, animais e humanas onde são marcadas as peculiaridades individuais nas mais variadas formas comportamentais frente a nossa, não há existência equiparada a integra de nossa natureza, podemos compartilhar dos mesmos ideais e mesmo determinados gostos pessoais espalhadas nas inúmeras possibilidades de liberdade, mas cada um traz a marca da impressão digital exclusiva, não há como obrigar o seu semelhante a comungar com veemência os mesmos propósitos. A diversidade da vida se mede pelo que se produz de verdadeiro a serviço do bem e não o que as diferenças individuais possam provocar no desconforto dispensável pela verdadeira ação.

            É preciso compreender que a vontade de Deus não se pode medir pelas limitações humanas, por mais que o conhecimento da palavra do evangelho de Jesus possa ser decorado com bastante presteza por sacerdotes espalhados pelo universo, ainda vemos a vontade pessoal em meio à vaidade e orgulho imperando sobre a liberdade, onde são delimitadas regras humanas a usurpar a vontade do Pai. Compreendamos que os irmãos sacerdotais independente das nomenclaturas doutrinárias, traz em si a confiança do Senhor, como também em todos nós independente dos estudos teológicos, nosso senhor mede a proporção do bem que o espírito pode produzir a humanidade e ainda vemos a perdição de muitos destes irmãos que desproporcionam o verdadeiro sentido da vontade do Criador.

            Lembrando que os irmãos planetários são estagiados do progresso existencial, independe do grau de instrução ainda há muito caminho a se percorrer até atingir a máxima do sentido que é o Reino de Deus,

            As idas e vindas pelo fenômeno da reencarnação molda o espírito e reforma o períspirito no sentido da renovação da vida, a luz acesa é única e as formas variam conforme as colheitas do passado ao qual se reflete no presente comprovada com precisão ao olhar de todos, expostas nas diferenças de nossos irmãos, o resultado das ações se refletem nas reações da sorte presente. Muitos culpam a Deus pelo proposito designado a sua caminhada, seja no sentido das limitações materiais e sentimentais quanto refletidas na mobilidade da coordenação motora corporal.

            É preciso mudar para o estado de oração permanente na alma, este sentido não orienta aos irmãos permanecer somente nos templos sem o mínimo proposito da distribuição de bens imperecíveis como a cura de diversas enfermidades espalhadas por todo corpo social difundida nas mais profundas individualidades, sim somos autorizados a curar nossos irmãos dentro do limite permitido, mas o inicio da cura inicia-se na própria vida com a reforma de todos os atos nocivos, é preciso desprender de todas as formas preconceituosas frente às adversidades, como a intolerância frente aos diversos comportamentos do espírito, lembrando que para Deus o mais importante é a produção do bem difundida em todas as formas de liberdade e respeito em estudo à matéria do amor incondicional e não pelas escolhas pessoais que permite o individuo ser feliz e de produzir e distribuir genuinamente a felicidade, novamente expondo que a vontade de Deus não é limitada como dos homens que atua em sua máxima na intromissão da liberdade em nome de padrões imperatriz da hipocrisia social e da escolha feita pelo individuo no momento de sua vinda ao planeta. Nosso Pai não criou os padrões sociais que delimita a caminhada, somos todos filhos dele e somente ele poderá julgar o que é certo ou errado, é de compreender que muitos dos que seguem as regras sociais cometem com veemência a pratica da intolerância, tão combatida pelo Senhor.

 O dom da cura está em todos e para todos e em alguns irmãos este dom é mais aguçado pelo compromisso assumido com espíritos de elevada hierarquia que trabalham em busca da regeneração das almas em especial ao planeta material, muitos recebem este compromisso que é nada mais que um poder de Deus confiado, como a vida que desfrutamos, mas aquele que atende a um chamado especial tem a confiabilidade com a mesma atenção que Cristo teve com seus apóstolos e este compromisso apostólico é o compromisso consigo frente aos inúmeros resgates para que tenha a remissão do passado, a confiança deste ato nos é permitido gratuitamente a pratica integral da caridade e a resposta à confiança.

Muitos assumem essa responsabilidade e assim como todos nós o direito do livre arbítrio e das escolhas, sendo que todos os nossos compromissos assumidos independente do seguimento em todas as nossas ações havemos de prestar conta, quem foge do verdadeiro sentido da caridade e faz deste dom a sua profissão, iludindo seus semelhantes, trabalhando em nome de vantagens pessoais e financeiros foge de todo sentido da doação e de certo não estará servindo a Deus, abandonará o compromisso assumido e trabalhará para forças ocultas do mal.

O apostolado do bem não é uma profissão e sim compromisso com Deus, veja Jesus que para suprir suas necessidades materiais aprendeu com seu pai carnal José o ofício da carpintaria e após suas obrigações sociais ia de encontro com seu povo, ensinava, curava e perdoava os pecados em nome de Deus com simples proposito do bem e do amor, não cobrava nada por isto, não limitava a acolher os excluídos e a escutar a todos com serenidade e atenção especial, não sentava em tronos de ouro, nos templos suntuosos repletos de luxuria, ia esta com os pecadores e pregando a vontade de Deus por toda parte, pois as obras do Senhor esta em tudo e por crer nesta verdade que havemos de propagar o bem por todos os cantos e sentido sem escolher lugar, pessoas, credos, etnias, condição social, não há nem dia nem hora e muitos menos regras para praticar a máxima do bem do Senhor.

Vamos sorrir mais e exigir menos perfeição de nossos semelhantes sem ter a perfeição imposta a si, não vamos interferir no comportamento pessoal e sim preocupar com a oferta, não vamos impor a própria vontade sobre seus semelhantes, não vamos nos furtar de conhecer a vontade de Deus, não peque pela omissão, busque romper os limites de si próprio e jamais julgue ou faça algo com seus semelhantes que jamais desejaria que fizessem consigo e com quem ama. Se receber de Deus um dom especial saiba que é para ser usado exclusivamente para o bem, afinal você também pede a Deus que jamais exigiu algo impossível em troca, apenas que respeite a todos e seja bom, nada de mais.

Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo Passos.

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