segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Em busca da real felicidade.



Sobre eles haverá uma alegria eterna, gozo e alegria virão a seu encontro. Tristeza e gemido desaparecerão. Isaías. 35,10 b-c.

           
            Hipócritas, este era o termo usado pelo mestre Jesus quando arguido severamente pelos doutores da lei e os sacerdotes do templo que o perseguirão a todo tempo, primeiro por ser um homem pobre e de família humildade onde não ostentava luxos e riquezas e depois que fazia milagres e perdoava os pecados em nome de Deus, para estes céticos era inadmissível um homem nas condições sociais de Jesus ser o enviado de Deus.

            O que causava desconforto a estes poderosos era que Jesus mostrava que a felicidade e a salvação viviam em algo muito além das regras impostas por um padrão comportamental que amordaçava toda aquela sociedade e os impedia de seguir a liberdade. As regras impostas causava em muitos irmãos um vazio existencial que acreditavam viver num estado eterno de pecado sem precedentes, o que causava dores e desesperança, pois eram em muitos momentos punidos pelas ásperas palavras e condenações dos senhores do templo.

            Ao longo do período existencial as regras impositivas sempre fizeram parte da sociedade que sempre teve o papel usurpador no livre arbítrio alheio, onde sempre regrou por um sentimento egoístico impondo sobre seu semelhante algo que lhe é peculiar, ou seja, o que se pensa deve ser vivido por todos, onde não se permite o dialogo e o respeitoso debate de ideias construtivas.

            A felicidade não é algo que deve ser imposto a ninguém numa coletividade social e sim vivido individualmente na sua busca permanente, viver e ser feliz é uma condição pessoal e o comportamento vivido pelo individuo dentro deste contexto deve ser respeitado por todos e evidente que dentro do instituto universal do respeito, onde todos devem viver livres respeitando as fronteiras.

Muitos buscam a felicidade contrariando um padrão social, onde podemos testemunhar nas adversidades coletivas, mas para este espírito que acredita para viver no gozo da sua felicidade e o combustível para se tornar um ser melhor e com isto arrastar para si uma legião de benfeitores do Senhor onde suas ideias e lições buscam o imperativo do bem, para nosso Deus de amor é o que será considerado e para este irmão que decidiu desertar das fileiras das amordaças e das regras do impositivo de uma sociedade hipócrita e intolerante, o que lhe restará são os preconceitos de irmãos que estão hipnotizados por uma força maligna que atua sobre o livre arbítrio por líderes que se postam como autoridades de seus segmentos, como no empresariado, no sacerdócio, na política governamental, na masculinidade da força física contra os mais fracos e diversos, enfim, a sociedade em geral vive a essência primitiva de seus atos onde a lei do mais forte sem o devido e justo discernimento já alcançado na atualidade impera sobre o domínio coletivo e dita as regras em muitos momentos arbitrarias sobre a grande massa.

Ocorre também com frequência são o regramento familiar, tão eficiente e primordial para a formação do individuo frente à sociedade. A confiança depositada pelo criador a cada um que se elege progenitores de um irmão traz uma significante responsabilidade na condução e na modelagem moral, bem como no amparo aos seus resgates e sendo o anjo protetor por todo período existencial, lembrando que cada irmão traz consigo marcas passadas de atribulações e de elevações diversas, onde a busca do bem deve ser constante e até o mais desenvolvido espírito tem de parar e respirar. Mas cada irmão é uma obra exclusiva de Deus onde inserido na coletividade do aprendizado para com a tolerância, o respeito de que sempre há alguém capaz de nos ensinar.

A liberdade é principalmente contestada no seio familiar, onde muitos pais pelo egoísmo de seus sentimentos regram o sangue do seu sangue a seguir carreiras e comportamentos sobre sua avaliação, cremos que os nossos genitores querem a máxima felicidade para sua prole, mas em muitos  momentos os fazem mal por escolher e não compartilhar o desejo pessoal, mesmo querendo proteger na sua integra, como alertamos, a real felicidade nasce na individualidade e para se fazer melhor e feliz a busca seja contrariando os ensinamentos impostos e desde que o respeito e a gratidão esteja a frente das escolhas, é dever de todos respeitar as escolhas, compartilhar a alegria e amparar sempre, pois a busca da felicidade deve ser ela livre, pois ninguém pode ser feliz no lugar de ninguém, o que nos é por dever é orientar sempre nossos semelhantes a busca do bem coletivo sem pretensões egoísticas e se as condutas e o caminho for contrario ao do bem, somente nosso Senhor terá a autoridade de apontar os erros e consequentemente impor as devidas proporcionalidade ao oferecimento do resgate desta alma, dentro dos princípios da máxima experiência que deva ser resgatado a não mais pecar.

Seja feliz e deixe seu semelhante ser feliz e se essa busca contrariar o regramento social dentro de imposições, respeite as fraquezas e perdoe as ofensas que surgirão a aqueles que destoam desta amordaça social, respeitar a tudo e a todos não é lei, é dever, como todos querem ser respeitados, aqueles que interferem no livre arbítrio e impede o outro a viver a integra da real felicidade estará cometendo a intolerância e o desrespeito. No momento em que o respeito estiver acima das regras usurpadora da liberdade e que a felicidade alheia não seja vista com desrespeito no seu mundo pessoal, estarão todos prontos a viver o verdadeiro amor ao próximo.

Sejam as escolhas pessoais na matéria religiosa, nas etnias, no comportamento sexual, nas nacionalidades, nas diferenças intelectuais, enfim qualquer escolha para ser feliz deve ser vivida na íntegra pelo seu ator principal e os coadjuvantes responsáveis no auxílio pela busca do bem e obedecendo a máxima da honestidade e o compartilhamento da alegria, não usurpando a liberdade e sim orientando sempre a viver o evangelho de Cristo nas ações cotidianas.

Jesus em momento algum ordenou ou mesmo nos obrigou a seguir com ele, apenas mostrou ser o Caminho, a Verdade e a Vida e quem estiver com ele não andará nas trevas e sim terá a vida eterna, mas para seguir com ele, devemos fazer nossa parte, começando a extirpar de nós todas as formas preconceituosas das escolhas de nossos semelhantes, entenda amados que o livre arbítrio permite ao espírito as escolhas para realmente ser feliz, se tornar um irmão produtor do bem universal e principalmente em seu peculiar comportamento, o que será relevantemente arguido a todos nós é o que de eficiente fora produzido por você?

Há muitos irmãos infelizes e pecadores que seguem veementemente as regras impostas pela sociedade sem questionar a si próprio se realmente a escolha o torna feliz, são irmãos ludibriados por vasta astucia de fraudadores do bem de Deus e que além de tomar a liberdade alheia, apossa-se até da verdadeira vontade do Senhor. Respeitando um ao outro é a nossa realidade para compreensão dos desígnios de Deus, respeitar as regra da sociedade é fundamental para a manutenção da disciplina e da ordem social, afinal ainda estagiam muitos irmãos que necessitam haver restrições para não abusar contra seu semelhante, mas os reais seguidores filhos de Deus ao compreender as leis divinas estará atendendo a missão designada.

            Busquem a real felicidade sem desrespeitar seu próximo, busque-a da melhor forma para sentir-se bem consigo mesmo e motiva-lo sempre a viver o estado de graça junto ao amor de Deus resplandecente por toda sua obra diante de nós.

            Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo Passos.

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