terça-feira, 19 de novembro de 2013

Todos somos médiuns



Por Ele recebemos a graça e o apostolado a fim de promover a obediência da fé em todas as nações para gloria de seu nome. Romanos. 1,5.

            Assumimos compromissos profissionais com outros irmãos na ótima de realizar nossas habilidades e nossas obrigações com a melhor das possibilidades de promover sempre o melhor frente à concorrência, desejar ser o melhor desenvolve no intimo de cada irmão uma força incalculável, esta adiante de outros é relevante sim, pois ativa a cada um de superar suas próprias limitações e claro sempre atuando no campo da lealdade máxima do respeito.

            Os compromissos assumidos antes da encarnação ao desenvolvimento planetário vêm da máxima de atuar em conjunto com a espiritualidade que inspira a todos a pratica do bem, mesmo que muitos não compreendem a realidade do mundo pós-matéria, os nossos irmãos e mentores que nos acompanham mesmo antes da vinda planetária, não se apegam a reconhecimentos que nada mais é que um sentimento vaidoso e que não atende com eficiência o verdadeiro trabalho divino.

            A mediunidade é a mediação das duas esferas reais, essa permissão dada pelo criador a aqueles que realmente se compromete a fazer a diferença, com atuação e comportamentos que espelham outros mais a praticar o bem comum. A sensibilidade de comunicação para o verdadeiro comportamento não se limita exclusivamente ao campo doutrinário, o bem é inspirado nas ações e nos sentimentos que se expande por diversas profissões e profissionais que atuam no sentido de atrair o autoconhecimento de seus semelhantes, podendo ser testemunhado em diversos irmãos em atuação na arte, no empreendedorismo, nas descobertas cientificas a amenizar o sofrimento físico e mesmo mentais, como também atuando na espiritualidade nas mais diversificadas religiões universais.

            A graça da mediunidade é a realidade da comunhão e fonte de nosso comportamento aliado sempre à tolerância e a paciência a sensibilizar-se com a evolução alheia, havendo sempre de atuar em equilíbrio frente a essas diferenças. A compreensão é um dos sentidos mais justo que carregamos na alma, é ela que faz com que não cometamos injustas agressões e julguemos com veemência aqueles que buscam uma orientação, por mais insignificante possa parecer à arguição daquele para conosco, mas temos de ter a compreensão a orientar sempre, atuamos no acender das inúmeras lamparinas na escuridão, mesmo que a proporção seja mínima, mas nenhum filho de Deus é indigno do direito a luz da esperança e quando somos acionados a acender e não o fazemos, ao contrario, aumentamos ainda mais as trevas, somos responsáveis pelo insucesso deste irmão e não estaremos obedientes ao Senhor no compromisso assumido.

            Essa realidade no planeta é comum e muitos que se apossam de poderes materiais e julgam-se capazes de menosprezar seu próximo e furta-lo inclusive de sua presença por um comportamento separatista e elitista afastam-se da mais sublime e justa felicidade.

Irmãos, não compreendam essa afirmativa como absurda, quando se escolhe quem estará ao seu lado e excluindo outros mais, estará muitas vezes privando-se da mais pura e verdadeira felicidade, essa dadiva é incapaz de ser medida pelas posses, assim como o amor, incapaz de ser adquirida pela matéria, pois ela nasce assim como a semente que brota na terra e oferta os mais saudáveis e belos frutos e para desfrutar desta graça há de se adquirir a semente que carregamos dentro de nossa alma, basta planta-la e lembre-se que essa semente é infinita e não há o porquê do receio de espalha-la e por qual terra for, pois sendo a semente forte encontrará sempre o caminho para que possa se desenvolver com o melhor da terra infrutífera por mais que possa parecer impossível de encontrar a vida diante da aparente morte.  

Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo.

            

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