quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Não reclamemos de tudo



Pois Deus não faz distinção de pessoas. Romanos. 2,11.

            Os planos de Deus para com sua obra parte do fundamento de nossas colheitas oriunda de nossas ações e sentimentos que exteriorizamos nesta infinita sociedade que somos inseridos frente às adversidades daqueles que nos são iguais.

            Nenhuma ação da criatura humana é esquecida ou abandonada frente ao comportamento que se pratica, lembramos que o planeta de provas e expiações é a escola fundamental para a evolução e a posição no merecimento que estaremos futuramente integrados, não há aquele que retroage na sua posição conquistada, a aqueles que usam o que de experiência fora adquirido no espírito para praticas contraria ao bem, o que não significa que este irmão é um ser atrasado, simplesmente usa o que adquiriu para o mal, pois ao lado sempre anda seres anticristos e anti-Deus a nos perder em cidades perdidas e atrasadas.

            As adversidades sociais existentes no mundo nada mais que é fruto das escolhas praticadas e vivida, pode muitos esconder situações de seus irmãos, mas a única justiça eficiente a de Deus jamais passará sem nos questionar o que fomos portadores.

            É cômodo para os pecadores querer que suas ações sejam apagadas com as boas ações, evidente que cada ação do bem é um dever que se cumpri e jamais o bem deve ser fruto de barganhas, mas nos faz merecedores de receber dadivas, mas no que erramos e fomos protagonistas não se perderá pelo tempo, seremos postos a redimi-lo da forma em que o criador determinar e sua proporção devida, ao contrario da justiça dos homens que ilude de regramentos a querer impedir excessos, mas não exemplifica o comportamento como a justiça divina.

            É necessário criar limites para o pressuposto da harmonia, pois como o planeta está em evolução e somos comungados com irmãos distintos em suas etapas, seremos testados no pódio de nossa tolerância e abnegação do mal, pois quando somos afrontados com diversas culturas, temos o instinto do julgamento e da condenação sem sequer dar a aquele a oportunidade de mostrar suas qualidades, a distinção de parâmetros físicos e evolutivos faz deste planeta a escola do crescimento e quantas vezes forem necessárias, seremos postos a prova em poder fazer por merecer as dadivas evolutivas.

            Seria então Deus um carrasco? Um insensível em não amenizar as dores? E a quem causamos dor e sofrimento, também não somos na maioria das vezes implacáveis na acidez da condenação?  A diferença que Deus não distingue ninguém e não aplica sua justiça além da proporção devida que é necessária para a reforma e os resgates para poder esta ao seu lado no paraíso.

            O grande laboratório da existência planetária funcional trará todas as situações de testes em face ao nosso merecimento, em muitos momentos testemunhamos disparidades como: o pedreiro que constrói um palácio, mas vive em muitas vezes numa casa simples e modesta, o médico cura a vida alheia e muitas vezes não consegue se curar, o milionário dita as regras ao operário, mas muitas vezes não tem a habilidade funcional daquele operário, o sacerdote pode levar paz a seu semelhante e muitas vezes vivem num transtorno pessoal, o psicólogo consegue entender seu paciente, mas em muitos casos não consegue se compreender e o rico tem uma fortuna infinita e vive triste e o pobre com todas as limitações conseguem externa felicidade, são infinitas situações em que as experiências confundem-se com o rumo escolhido e por isso que havemos sempre de compreender que somos dependentes e que necessitamos equiparar nossos pensamos no equilíbrio aos irmãos que nos faz importantes neste infinito universo.

            Todo dia devemos abrir nossa agenda de compromisso com o Senhor, seja encarnados e principalmente desencarnados que podem comprovar a obra de Deus refletida na sua real posição, para que Ele possa escrever todos os dias sob as ações da vida a sua vontade para com o bem de todos. Nenhum irmão que se posiciona na sua necessidade sobre nós é por acaso, é nossa condição perante os resgates e compromissos assumidos e quando desdenhamos ou mesmo ignoramos este irmão, estaremos renegando a confiança divina e a justiça que se faz presente a saldarmos dos débitos que havemos de sana-las. Sendo que muitas vezes as necessidades daquele irmão poderão ser amenizadas simplesmente com as orações expressadas genuinamente de nossas almas, afinal, nem toda cruz se alivia com os bens materiais e sim com a cumplicidade em Deus, na vida e na esperança que este irmão encontra em nosso túnel a luz da sua esperança e das oportunidades.
           
            E Jesus diz a todos nós pecadores vão e não peques mais.

E não faça com seu semelhante o que não queira que faça a você, perdoe sem condições, faça o bem sem olhar a quem, alimente o corpo complementando a alma, somos todos filhos de Deus e irmãos no seu amor.  Nenhuma criatura é indigna do seu perdão, da sua misericórdia e compaixão. Viva sempre a oração praticada.


Dr. Bezerra de Menezes.

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