terça-feira, 12 de novembro de 2013

A Comunhão com Deus



Pois o salario do pecado é a morte, enquanto a graça de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo, nosso Senhor. Romanos. 6,23.

            O instituto do pecado é a escola do espirito quanto à resistência ao mal e a credencial para a morada eterna ao lado de Deus Pai em seu reino sagrado de amor e felicidade. No tempo de Jesus o pecado era confundido com parâmetros e comportamentos sociais que afastavam verdadeiramente da salvação divina, onde os reis impunham penalidades sobre a multidão, e que pecavam mais do que a multidão que eram compulsoriamente levadas a cumprir as regras locais.

            Não diferente do tempo atual em que se confunde o pecado com determinadas regras sociais, onde os excessos são cometidos em sua maioria com injustas condenações e punição aos seus semelhantes, levando muitas vezes este infortúnio a perdição do tempo.

            O verdadeiro pecado não esta na vestimenta, na cultura, nas pigmentações das etnias e muito menos nas posses pecuniárias bem como não se ditam por decretos reais ditadas pelas tiranias de homens que se julgam superiores por suas posições diversas.

            Pode o homem ter as melhores roupas, as melhores culturas, as mais avantajadas fortunas e os mais faraônicos palácios a lhe proteger, mas se o verdadeiro lar da alma e do coração estiver fechado e repleto de angustia, rancor, ódio, vingança, ira, magoa, avareza, vaidades e orgulhos, que de nada adiantará na condenação da consciência que muitos destes estarão sentenciando-se em face ao comportamento frente a seus páreos na intolerância e cólera em que lidam com as diversas diferenças evolutivas.

            Jesus mostrou a todos que o pecado e o arrependimento iniciam-se dentro de nós mesmo, na reforma interior e no reconhecimento das falhas e procurando edificar na solução e eficiência das ações e dos sentimentos, as leis dos homens podem ordenar que tenham determinado comportamento social, onde será cumprida com o receio da punição imposta pela soberanias e não pelo que de fato deve existir, o respeito mutuo sem haver regras de cumprimento.

            A lei de Deus também tem seus parâmetros e designação, mas todos vêm com a máxima única do respeito, em que ao seu cumprimento adquire-se o amor, a felicidade e a compreensão de seu semelhante, compreendo a lei de Deus psicografada por Moises encontraremos o caminho da salvação em Deus, além-claro do cumprimento da lei de Jesus, amando uns aos outros.

            Cumprir a lei de Deus esta na comunhão das diferenças e com elas o entendimento ao seu semelhante, em que devemos compreender que ninguém é igual a ninguém, mas o respeito deve-se valer pelo bem estar coletivo sem as imposições de regras punitivas, assim como Deus não pune nenhum filho, simplesmente é justo com cada um nas suas intimas realidades, como a misericórdia divina das nossas reformas e oportunidades que havemos de aproveita-la na integra e da confiança depositada.

            Mas ao desperdiçar as oportunidades de reformar e resgatar os débitos pretéritos para um presente sadio e um futuro farto estará simplesmente acumulando uma avalanche de pecados e atrasos, arrastando o tempo para uma perdição e desequilíbrio social. É preciso entender que o pecado meus amigos e minhas amigas não devem ser usados com argumento dos excessos errôneos praticados, afinal, temos a inteligência, o discernimento para separar o bem do mal, mesmo que o mal seja apresentado com fartura em nossa realidade, mas o bem também estará presente, pois Deus jamais se esquece de seus filhos e sempre dará as oportunidades da salvação e aniquilação dos pecados em nossa alma, basta compreender o caminho e buscar o rumo certo, sendo que este caminho não será difícil de compreensão, mas que em muitos momentos estará submerso as grossas camadas de preconceitos, preguiças e pecados ofuscados pela própria vontade.

            O Mestre nos ensinou a enxergar as nossas fraquezas e os nossos pecados, e com ele o combustível da graça de Deus para reforma-lo nas nossas doenças eternas que nos submetemos e o milagre da luz sobre as trevas em que muitos momentos tornam-se rotina do pecado na alma que se acumula dia após dia e nossa bagagem se enche de erros e o afastar do caminho correto.

            A estrada do bem pode parecer difícil nas suas diversas etapas seguintes até mesmo cansativas e sem a aparente atração quanto ao caminho que mal nos apresenta como sendo curta e mais favorável, mas quando der por si estarão no labirinto sem rumo e sem sentido, sendo necessário retornar para reiniciar a estrada de Deus, mas não creiam que a volta será fácil, não, pois os caminhos do mal são obscuros e tem o mesmo sentido para confundir os arrependidos, oferecendo sempre novas portas que também não atingirão o verdadeiro fim, a salvação, e neste momento havemos de buscar e chamar pelo único caminho, a única verdade e a única vida, Jesus de Nazaré, que nos socorrerá sempre nas trevas que nos encontramos, basta arrepender-se de verdade e não mais pecar contra si, contra seu semelhante e principalmente contra Deus.


            Dr. Bezerra de Menezes, pelo médium Marcelo.

Um comentário:

  1. Graças a Deus, ele nos dá a oportunidade do arrependimento sincero, para que possamos encontrar a porta da salvação. Deus seja louvado!

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