sexta-feira, 11 de outubro de 2013

PODER DETERMINANTE DA MENTE



Filho, tu estas sempre comigo e tudo o que é meu é teu. Lucas. 15,1.

            O que somos e pensamos é determinante para a condição que nos encontramos no planeta e mesmo no plano espiritual, a força da mente é a engrenagem principal e a mais importante fonte de vida existencial e nossa advogada pelo universo que ainda será desbravado pela nossa historia.

            Acreditando na mente que somos pessoas ruins, a energia oriunda deste infinito universo atrairá gêmeos afins a esta condição, tanto encarnados como desencarnados que se fartam neste caldeirão envenenado que a consciência oferece e trará o desconforto e de fato tornará pessoas ruins e causará dores e sofrimentos por onde passar.

            Se ao despertar para mais um novo dia abençoado e confiado pelo criador e tendo as responsabilidades assumidas, como: o emprego, o estudo, o cuidado a outros irmãos, sejam familiares, como irmãos comuns e trazer na mente o mau agouro, a raiva, o mal despertar, de fato o dia não será bom, atrairá para perto de si todas as situações em que o pensamento se entrega.

            Tendo o ambiente de trabalho e nele destrata quem comunga o mesmo espaço, deseja o mal ao superior a que confia o cargo, reclama das condições oferecidas e reclama pelo que tem de certo este trabalho será ruim e nada terá sentido e prazer, o sacrifício será aumentado, pois a mente quer que ele seja ruim e não permite que a gratidão faça frente à consciência.

            Na escola, no aprendizado as matérias se nele o desejo é para que o professor falte às aulas e que o fato de esta neste ambiente lhe causa ira, raiva e diz não conseguir acompanhar o ensinado e não tiver a perseverança, de fato a escola será péssima, pois a informação produzida pela mente e mantida, fará realmente que não aprenda e a escola seja um purgatório.

            Quem divide a vida com outros, principalmente pelo instituto do casamento e reclama da natureza e dos costumes de seu afim, de fato o casamento e a convivência se tornará insustentável, e o divorcio em franco crescimento, pois a mente produz que o alheio não condiz com sua natureza que não permite a adequação e a paciência.

            O que lhe é permitido desfrutar e não sendo grato e querendo mais, a mente produz a sensação do que se tem é descartável e não tem nenhuma importância, ofuscando assim a oportunidade de ter o que reivindica e ignorando que outros irmãos desejariam ter as mesmas oportunidades e sorte e tendo apenas a vida para lutar.

            Os irmãos planetários vivem nesta constância em que tudo que tem é pouco e que querem muito mais, de certo um desejo possível, mas quando o que tem é recebido mal, de certo produzido pela liberdade dos atos trará os transtornos e injustiças que muitos creditam a própria sorte, sendo a infelicidade presente e o cansaço mental impedindo no avanço evolutivo das etapas a das conquistas merecidas e tudo será ruim nesta longa caminhada e os obstáculos cada vez mais impeditivos ao avanço e das trevas malignas tornando a sociedade de Deus cada vez mais cancerígena, acumulada no pecado e na ingratidão produzida pelo choque de interesses sórdidos, no sentido que se perderem pela vasta estrada do perverso que atalham os progressistas da salvação.

            Quando os interesses dos prazeres profanos e mundanos se fazem oportunos, a mente trabalha os prazeres com a forma de deleite a satisfação carnal e ilusoriamente o bem se fará maquiado nas lascivas vontades materiais do perverso, onde os seres despertam os desejos mais primitivos da consciência mental e se fazem verdadeiros agentes do pecado produzidos pela mente.

            Observem quando de posse de um pensamento positivo onde se faz presente na intimidade, como as oportunidades e a vida tem um sentido melhor e mais amplo, desejamos algo com bastante interesse e quando colocado no sentido do bem, do bom pensamento, acreditando no sucesso da empreitada do bem, como a vida é despertada com o interesse positivo e os irmãos passam a ver o horizonte com foco mais colorido.

            A reforma da mente sempre deve passar pela filtragem de nossos sentidos e analise de que somos e o que é determinante para os rumos que segue pelas ações e pela produção mental em que se faz vez ao nosso exterior. A mente produz para nós e para o mundo, e somos comandantes dos frutos produzidos, a mente não é um departamento ou algum corpo estranho entre nós, ao contrario, o que a mente produz é o que permitimos que seja produzido e as consequências é o resultado desta produtividade.

É compreendido pelo plano espiritual a realidade da existência em que os visitantes planetários passam, as provações permanentes da estada passageira e o sentido da manutenção da linha mental para o bem. Sofrem-se inúmeras interferências pelo mal, às fraquezas e as provocações de nossos semelhantes nada mais é que o fruto da obsessão maligna a perder o sentido da razoabilidade de cada filho de Deus permanecendo no sentido do bem mental das ações.

Mesmo compreendo as fraquezas, nos são dadas as oportunidades diárias de melhora e resistência, há sempre o escape que podemos ministrar os sentidos errôneos que possa ser produzido pela mente e distribuída à sociedade regular, entre as oportunidades esta o sentido do discernimento e o sentido sabe o que realmente faz parte do bem e como do mal, agora a insistência e manutenção dos rumos a se seguir, já é o departamento da ordem do livre arbítrio, onde há o direito a liberdade, como também as consequências por essa liberdade disfrutada.

Por isso amados irmãos e amadas irmãs, tenham sempre o sentido da gratidão imperando na dianteira da mente, é ele o caminho das consequências de nosso sentido, ser grato é aceitar a oferta de Deus, entre elas e a mais importante, a existência que desfrutamos do amor por ele nos dado e vivido e ser merecedores daquilo que nos é dado por direito. Queiram e desejam sempre trabalhar para melhorar e jamais desprezando tudo que tem no momento, e não agradecer o mínimo que temos como haveremos de merecer o máximo que queremos.

           

            Dr. Bezerra de Menezes.

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