quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O nosso exemplo Jesus Cristo



Os apóstolos disseram ao Senhor: aumenta-nos a fé. Lucas. 17,5.

            Jesus conhece a todos pelo nome e características, como unigênito de Deus Pai todo poderoso, nos acompanha com muito amor e atenção, preocupando-se sempre com os rumos em que os irmãos planetários desenvolvem no planeta de Deus e destinam o rumo evolutivo de outros mais.

            Em constância envia discípulos com diversas nomenclaturas, gêneros, em diversos segmentos sociais, abrigam-se nas diversas doutrinas religiosas e mesmo governos terrenos para que cuide com atenção das diversas ovelhas e a preservar para que haja sempre as mudanças positivas na sociedade em face ao desejo do criador em harmonizar a instancia de nossa existência frente às ásperas astucia do mal que surge para perder e encantar os filhos do Senhor que migram rumo à salvação.

            Há aqueles que buscam em seu semelhante o espelho de suas ações, encontram no próximo motivo para praticar o bem quanto o mal, sendo que em sua magnitude o mal se apresenta como a melhor e efêmera situação em deleite a sua vontade mais lasciva.

Os prazeres profanos é um dos inúmeros encantamentos que o maligno apresenta como motivo para seguir com ele no reino do pecado e do sofrimento. Cristo compreende as fraquezas de todos e entende o quanto as armadilhas são perfeitas e cegam os sedentos da esperança, onde no sofrimento e no auge da fraqueza, em que a vulnerabilidade da fé na desconfiança e na dúvida frente ao proposito do criador coloca como presa fácil às garras agressivas dos dragões da dor e das trevas que transportam os inocentes as mais severas punições, a da consciência, sendo a grande responsável pela realidade das prisões e limitações de um dia ver a luz clarear as trevas que muitos se abrigam.

Jesus por diversas ocasiões fora tentado pelo maligno, mesmo sabendo que ele era o filho de Deus Pai, não teve o devido respeito e sem pedir licença atentou com veemência o Homem de Nazaré, pelos inúmeros Saduceus e Fariseus, tanto no deserto, quanto no calvário lá estava o maligno mantendo-se presente e tentava Jesus em todas as conquistas que haveria tendo como opção se curvar diante de sua dita autoridade. E no momento em que o medo abateu-se sobre Jesus, ele continuava a assedia-lo, mas Jesus encheu-se do Espirito Santo e expulsou-o de toda sua astucia e sedução e aceitou com humildade a sua sentença, com base na fraqueza humana, já sabia que o perverso havia se apoderado da vontade e do sentido daqueles Doutores da Lei e também de Judas seu apostolo, que traz a mancha de o traidor no encantamento das moedas de ouro. E a consumação do tempo fez de Cristo o maior de todos.

Engana-se há quem acredite que Jesus vive nas colônias superiores e longe das limitações humanas, se mesmo entre os homens em que poderia ter sido e vivido com os anjos do céu, sem os problemas sociais que enfrentou, sem os preconceitos e onde poderia ter colocado o mundo de joelhos a seus pés, fez-se igual a todos e teve todas as privações e sentiu de perto a fraqueza humana que acompanham por séculos e veio para salvar os pecadores, e mesmo após na graça de Nosso Pai, como poderia ele ser  indiferente às chagas que atravessam milênios e da humanidade que ainda vive perdida pelo mal assombroso do pecado e por isso envia sempre diversos irmãos ao nosso redor para que seja feita a vontade do Pai e que salve os homens através dos homens.

Infelizmente ainda o mal se faz forte entre os homens, podendo ser identificado pelos inúmeros preconceitos existente, principalmente entre aqueles que se destacam na religiosidade do verdadeiro evangelho de Deus, onde os verdadeiros enviados são atacados com veemência e os enviados do mal que visam os lucros materiais frente à sedenta humanidade, se destacam pela hermenêutica típica dos sofistas. Jesus não precisou usar da boa fé dos desesperados para barganhar vantagens, ao contrario, expulsou os comerciantes do templo como em Jerusalém, onde disse que a casa do Pai não era para ser usado como comércio, como naquele tempo eram vendidos indulgencias frente a uma suposta posição mais confortável no reino de Deus.

O verdadeiro reino é para os pecadores e os fracos arrependidos, é preciso aos irmãos conhecer melhor as passagens do evangelho de Cristo e saber identificar os bons e os falsos profetas através de suas praticas cotidianas e vejam como as fraquezas ainda imperam na vaidade e no orgulho, onde a humildade é descartada como um câncer que incomoda esses verdadeiros enfermos.  

Jesus jamais convocou os seus apóstolos para seguir com ele com a promessa de emprego, de vantagens financeiras e nenhum bem terreno que prende os homens na vaidade e no orgulho, mostrou que o maior dos reinos esta no que é absorvido pelo espirito e doado aos necessitados de verdade. E não o que se acumula com bens perecíveis e limitados da matéria. No reino de Deus é para aqueles arrependimentos que soube verdadeiramente doar o bem mais precioso e que dividiu o que se acumulou entre a matéria em favor dos desafortunados e com eles amenizou a dor da fome, do desprezo e da morte alheia.

Jesus Cristo é nosso maior exemplo e devemos seguir seus passos, mesmo com as inúmeras quedas do caminho havemos de erguer pela vontade e determinação, somos pecadores e fracos, sejam encarnados como desencarnados, erramos como também acertamos, compreendendo as fraquezas de nossos irmãos, como compreendemos as fraquezas que possuímos, não há erro que não possa ser consertado pela misericórdia e pelo arrependimento verdadeiro. A morada do Pai é para todos e o seu maior desejo é que todos estejam ao seu lado, por isso inicie e construa a morada de nosso Pai no império da alma.

Dr. Bezerra de Menezes.


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