sábado, 19 de outubro de 2013

Façamos a própria vontade






“Perguntou-lhes então: “E vós, quem dizeis que eu sou”“ – “ O Cristo de Deus”, respondeu Pedro. Lucas. 9,20.


            Os planos de Deus para a humanidade fogem ao conhecimento das muitas prisões emocionais, sentimentais que carregamos em nosso intimo. Atingir a graduação dos espíritos superiores é possível a qualquer um, desde que desprenda por completo das astucia da vaidade e do orgulho que aprisionam o sentido e a caminhada de muitos irmãos.

            Estas chamas da realidade que arde sem precedentes na alma e na existência de muitos irmãos, retardam a evolução e o avançar para mundos mais evoluídos que deveriam ser acompanhada pela vontade e pelo próprio interesse.

            Nascemos puros e ao longo do crescimento humano vamos aprendendo a enxergar a vida em geral, em torno de preceitos e preconceitos de nossos irmãos próximos e mesmo ao redor, em que vamos galgando o crescimento em comunhão. Cada ser uma ordem de ação, de evolução, resgates e missões a frente do próprio intimo. Nascemos devedores e acumulados débitos ao longo dos exageros e desacerbados conceitos que desenvolvemos bem como o injusto julgamento as criaturas de Deus, as sentenças e as diversas punições que impomos aos nossos páreos e o acumulo destas nocivas praticas que impedem nosso crescimento. Como nos faz imperar no próprio íntimo o discernimento do bem para com o mal.

            Entendam que essas chagas não são apenas do milênio de Jesus, vem galgando fileiras de antepassados que exageram na sua intuição em crer que estavam e agiam em nome do verdadeiro Deus. Aprisionavam irmãos e entre diversas outras condenáveis atitudes de seus praticantes, e que ao longo do tempo vêm tidos seus justos resgates.

            No tempo em que esteve entre nós e enviado pela misericórdia divina, Jesus mostrou o quanto o reino de Deus está próximo e o quanto o distanciamos de nós, não pelos nossos semelhantes, mas sim pela própria vontade e ação em praticas pecadoras em inúmeras escalas e quase nunca reconhecemos nossos erros e fraquezas, pois a soberba em mistura com a vaidade e orgulho trazem estas consequências regressa a evolução, estagnando por completo o avançar do tempo.

            Quando Jesus de Nazaré se pôs diante da humanidade, vinha com a missão de resgatar os perdidos e os desesperados da alma, sua posição e postura incomodavam os poderosos que no auge de suas vaidades, orgulhos e preconceitos exalando pelos cantos da alma entregue as trevas da própria existência, viam a ação do mestre como afronta aos costumes e leis criadas para dominar aquele povo massacrado pela miséria e pela amordaça que amedrontavam as famílias; como acontece nos dias presentes; acreditavam genuinamente na pregação daqueles homens e os argumentos sofistas a fim de garantir seus soberanos postos de destaques.

            Estes homens se envaideciam quando eram reconhecidos, cumprimentados e saudados pelas praças, como os doutores e poderosos da lei e que imaginariamente vinham em nome e representante de Deus na terra. No entanto o Homem de Nazaré surge de família humilde, com singelas vestimentas e fisicamente aquém da soberania poderosa e mostrava a aquele povo que a verdadeira salvação e representação de Deus estão nas singelas e ricas ações e sentimentos, a fé que é externada em milagres da vida em qualquer irmão nesta vastidão divina. E a posição de Jesus frente aquela multidão trazia curas e entendimento a verdadeira vontade de Deus, onde o que mais importava e importa para o pai são as práticas oriundas do coração e do puro sentimento, mostrava que ele era o verdadeiro caminho, a verdade e a vida, pois suas lições e curas mostravam que as verdadeiras chagas nossa de cada dia estão no acumulo de sujidades que colocamos embaixo de nossas mascaras aparentes de bem estar.

            Jesus afirmava ser o caminho, a verdade e a vida, não para se barganhar de adeptos e muitos menos para inflar o ego da vaidade e do orgulho para fazer-se líder de seu povo, ao contrario, ele veio como a missão de transmitir em cada ação e a cada palavra o externar a vontade e a verdade de Deus, como o unigênito e pastor de nossa esperança, veio, cumpriu e cumpre a missão de arrebanhar os pecadores, excluídos, pobres, oprimidos e os humilhados, pois a estes a pureza e o arrependimento são em sua mais genuína vontade de ação, pois as condições que lhes desfavorecem ao momentâneo olhar afastam qualquer possibilidade de sentimentos que cegam a verdadeira salvação.

            Quando Nosso Senhor Jesus Cristo quer que reconheçamos nele a salvação, a verdade e sendo o filho de Deus quer que façamos a vontade do pai em todas as nossas ações, desprendendo de todos os males mortíferos da alma que entregam nossa sorte aos vales da sombra e do sofrimento da morte. Jesus veio para formar envolto de si os novos moradores do Reino de Deus, salvando os arrependidos e esquecidos, os pobres e os fracos e acima de tudo aqueles que se enchem do Espirito Santo e faz de suas ações e sentimentos a vontade de Deus.

            A escola planetária desafiam em constância todos os filhos e criaturas do Senhor, como Jesus também fora desafiado incessantemente pelos dragões, que além de o perturbarem pessoalmente, faziam nas pessoas dos Escribas, Saduceus e Fariseus que com bastante cólera desafiava o Mestre em suas pregações, como buscando formas de acusar Jesus em nome das leis dos homens e na contradição dos costumes daquela época. Somos tentados a todo tempo a perder-nos pelas trevas, nos é de direito o livre arbítrio, como também responsáveis pelas consequências assumidas e se mesmo diante da continuidade do pecado e do verdadeiro arrependimento, lá estará Cristo Deus para nos amparar e a nos resgatar.
           
            Nos vales sombrios do plano espiritual há diversos irmãos perdidos e sem esperança, perdidos nas próprias prisões e entregues a suas vaidades e orgulhos, amedrontados e arredios e que são abusados pelos abutres do maligno, que incidam para que apossem das energias de irmãos para a manutenção de suas vontades terrenas, que permanecem impregnados nestas algemas e faz de muitos irmãos encarnados fracos e desprotegidos da energia protetora, posse de sua lasciva e devastam toda caminhada do usurpado, levando a depressão e as inúmeras doenças e vícios que vão além da individua vontade. Por isto a necessidade de seguir sempre as orientações do Mestre; orai e vigiai; e lembre-se que o obsessor é um irmão doente e que merece também toda a misericórdia, e aos primeiros indícios da obsessão aonde vem para machucar aos nossos semelhantes e a perder-nos na própria liberdade, mostre para esse irmão que o respeita e oriente-o a pensar em Jesus, pois o Reino de Deus e a sua misericórdia são para todos que buscam salvação e peça a eles que se arrependem e que chamem por Cristo, mas se estes insistirem em permanecer a própria sorte, diga-o que afaste de você, pois tu és um filho de Deus e que com você vive ao lado e nas lições de Jesus. E não sejam perversos a estes irmãos, pois são doentes e dignos ao mínimo de nossa oração e do respeito e da plena de dignidade.

            Lembre-se quem nem sempre o fruto da nossa obsessão é de responsabilidade de irmãos desencarnados que se unem aos seres para sugar o melhor da matéria, a própria obsessão aos prazeres do poder em todo o sentido, em destaque para o poder do dinheiro é fruto do livre arbítrio e que a consciência de cada um é a sentença de sua verdadeira situação. Por isto a importância do autoconhecimento e da constante e reforma intima, pois ninguém é mal e pratica o mal irracionalmente, todos sabem a tonalidade da aplicação de suas vontades.

            E lembrem-se irmãos: Jesus é o único Caminho, a única verdade e a única vida e se quisermos ir com ele junto ao pai, fazemos por merecer a nossa própria vontade.

            Dr. Bezerra de Menezes.

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