sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Aproveite o presente.




Vivemos perplexos, mas não desesperamos, perseguidos, mas não desamparados. 2Cor. 4,8b-9 a.

            Engana-se quem credita as boas ações e intensões frente aos irmãos que estará credenciado imaculadamente ao Reino de Deus, é nosso dever praticar boas ações, assim como as boas intensões. Evidente que quem os pratica tem uma grande responsabilidade frente aos demais, e propagar as qualidades de quem faz o bem sempre.

            Os irmãos terrenos e mesmos os habitantes das inúmeras colônias espirituais espalhadas pelo universo de Deus possuem inúmeras dividas regressas e que no tempo certo serão cobrados pelo maior, de forma justa e proporcional a cada resgate, as oportunidades devem a cada momento serem aproveitadas, mesmo que os desafios materiais sejam sufocantes ou mesmo levando as misérias das oportunidades de viver num conforto aparente.

            Quando outrora nossa consciência se manifesta em injustas reivindicações que não nos são por direito possuir, levando em consideração os resgates presentes da matéria, encurte contra nosso criador inúmero revolto e colocam a oportunidade de regeneração em xeque, falta ainda aos irmãos planetários maior intimidade com as obras e os ensinamentos de Deus por seu unigênito Jesus de Nazaré. Mas para que compreenda de verdade a vida, é preciso se libertar das vaidades teológicas e as teias do orgulho dos inúmeros sacerdócios espalhados pelo mundo.

            Passaram-se milhões de anos desde a criação do homem e desde a transgressão das leis divinas pelos primeiros habitantes, onde desobedeceram as ordens de não usufruir do fruto proibido e nos foram colocadas às condições para novamente resgatar a confiança, mas ao longo da historia muitos povos ainda fracassam neste resgate, fracasso esse que persiste em nos punir até a vida hora, a punição ao contrario dos desmandos humanos, é nosso atraso em ter resgatado a confiança e nossa permissão para novamente habitar no Jardim do Éden.

            Ainda rastejamos como as serpentes que não se postam de pé na evolução existencial, alguns irmãos já conseguem compreender os ensinamentos e desejos do Criador e colocar em pratica a vontade vindas das boas e espelhadas ações e sentimentos.  Mas ainda há muito por se resgatar, o planeta ainda é o penúltimo na esfera evolutiva, por isso não podemos vislumbrar as nossas praticas e crer que cada ato é um ponto a mais, ao contrario, cada boa ação genuína tem sua proporcionalidade, mas ainda falta mais, ainda há muita omissão, erros, fraquezas que hão de se trabalhar para fazer valer o merecido descanso. E a cada passo intencional errado, é um regresso à evolução, uma perda significativa que pesará contrário ao seguimento evolutivo.

            Estamos aqui justamente para resgatar e aprender a lidar com as tentações destruidoras do mal que vem justamente para retardar nosso merecimento. Há se afirmar muitos, que a carne é fraca, como álibi para justificar os abusos e os erros conscientemente praticados. Ao contrario do erro que se comente pela inexperiência, este sim, tem o poder de equilibrar os atos e sentimentos. Quando uma criança começa a dar os primeiros passos não conseguem se equilibrar de imediato com as próprias estruturas, havendo a necessidade da persistência até atingir o equilíbrio perfeito e seguir evoluindo dia após dia com a própria busca. Nesta linha que seguimos nossos resgates inúmeros, ao aprender, havemos de encontrar algumas dificuldades, mas nos é permitido à paciência e a misericórdia em aprender com as próprias conquista o equilíbrio desejado. Mas se o erro continuado e intencional se mantiver no intimo de cada irmão, sem haver a intima reforma, não haverá de discutir o resgate, há de acolher com humildade a compaixão divina e voltar à oportunidade de melhorar cotidianamente.

            Mesmo havendo a necessidade de renascer quantas vezes mais forem necessárias e mesmo havendo um sentimento de injustiça, desamparo ilusoriamente reivindicado, acate com resignação a confiança divina e faça de cada momento um instrumento de paz e de gratidão, não reclame e não se vitimei e ainda dê infinitas graças ao Senhor por permitir inclusive que se apague de nossa mente e de nossa memoria presente o que resgatamos do passado, pois a vergonha poderia ser irreparável e nossa dor muito maior por saber que no passado possamos ter cometido algo muito grave a um irmão. Aproveite a oportunidade presente para se fazer muito melhor no futuro, aonde quer que esteja.

            Dr. Bezerra de Menezes.
           
           

            

Nenhum comentário:

Postar um comentário