sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Fazendo parte do Reino de Deus.



Pois quem fizer a vontade do meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Mateus. 12,50.

            Para fazer a vontade de Deus entre nós não necessita de doses exageradas de manifestação, a quantidade para nosso Pai não é considerado se a qualidade não ditar a principal vontade voluntaria do coração.

            Encontramos na sociedade de Deus diversos irmãos que creem que nosso senhor para reconhecer a fé nossa de cada dia é necessário se entregar em situações até mesmo vexatórias no sentido de querer provar algo e na proporção que Ele já sabe, afinal, somos frutos de sua vontade e amor. Não é difícil encontrar essas situações entre os irmãos, encarnados e mesmo desencarnados, não é necessário gritar aos ventos da existência que você ama a Deus, mesmo porque gritar o sentimento não poderá traduzir verdadeiramente o amor que realmente sente em seu coração, não apenas para Deus, é principalmente para nossos semelhantes, essa sim é a vontade que nosso Pai deseja de todos.

            Para servir ao Pai é muito simples ao que muitos imaginariamente ditam a sociedade, o que dificulta em regra são os sentimentos contrários à vontade e que tão presente ao santuário de cada irmão, que faz com que as praticas de atender ao chamado causam embaraços e transtornos no coração dos irmãos. Será que é difícil amar ao próximo, ser humilde de coração e compreender que cada irmão traz consigo experiências diversas e contrarias a sua, por isso que há na sociedade estes conflitos, onde muitos se perdem na sua arrogância, vaidade e orgulho, acreditam que seu sentimento deve ser aceito num contexto indiscutível, onde a prepotência se faz pódio na sociedade, mas porque isso existe? Irmãos são compreendidos que em nosso meio habita também as forças do maligno que retumba no coração dos societários divinos.  Não somos ingênuos em querer desdenhar as potencialidades do mal, é preciso respeita-lo e claro, lutar contra suas diversas armadilhas a quererem nos fazer morada nos sentidos, no encantamento de seu soar.

            Na sociedade terrena há os templos sagrados que visam ali praticar e estudar os ensinamentos de Jesus e entre eles esta a de comungar em coletividade a vontade de Deus, mas para o pranto do Senhor muitos que habitam e frequentam essas paredes restritas não praticam a verdadeira religião, a se praticar a caridade e o amor, no entendimento de compreender que no reino de Deus é como uma rede a pescar os peixes, que passa e arrebanha todas as espécies de criaturas, para em conjunto compartilhar em unidade do amor e das praticas no reino de nosso pai.  Os segmentos religiosos, a pigmentação da pele, as diferenças sexuais, os bens e riquezas materiais nada disto ditarão as regras e não credenciará a passagem junto ao reino, nenhuma destas condições materiais favorecerá frente aos demais irmãos se o coração, os sentimentos, e as ações para com a totalidade do bem não forem superiores, pois é nesta servidão que devemos praticar o bem coletivo em prol da vontade do Senhor.

            É esses labirintos da existência que se perdem a maioria dos servos do Senhor, onde muitos passam por diversos campos e encontram as paredes a impedir o sentido muitos não compreendem e passam despercebidos pelos caminhos e se perdem no retorno ao querer acertar no caminho de volta. E essas paredes que impedem nosso caminho são as armadilhas malignas que impregnam nosso Ser, como os preconceitos em aceitar o universo alheio, a vaidade que faz com que não compreendamos o próximo, o orgulho que não nos faz humildes no sentido de entender o intima do seu próximo e desdenha-lo por suas crenças diversas, não apenas doutrinarias. Infelizes daqueles que creem que no seio da sua religião material encontrará a salvação, se a ação diária não imperar no seu intimo, reformando e reformulando principalmente seu olhar sobre próximo, muitos destes podem acordar num precipício sem fim, por isto irmãos, vivam a verdadeira religião de Deus, o amor incondicional oriundos da vontade do Pai acompanhado da caridade e acima de tudo no respeito, este o ápice da convivência e na comunhão divina.

Desprendam-se dessas armadilhas irmãos e observem bem o caminho que percorre, para quando se depararem com as paredes e os sentidos sem saída da vida e tiver que retornar, terá o sentido com Cristo no verdadeiro caminho do reino, pois lá tudo que é fruto da vaidade e do orgulho se perdem com as estradas das experiências do tempo. Salvem-se irmãos, a vontade é somente sua, é fácil fazer a vontade de Deus, se deixar com que ele dita em ti a vontade de seu amor e da caridade.

Os seres orgânicos têm os sentidos e o discernimento o que é do o bem e o que é do mal, tanto das ações praticadas e dos sentimentos desejados, por isso, nada pode servir de argumento e debate para continuar a praticar o mal social. Sejamos como as flores que nascem em meio ao caos dos detritos e lamaçais, não deixam se abater com o que está envolto, e nascem belas e fruto do desejo e da cobiça daqueles que desejam ter ao seu lado sua beleza reluzente ao seu poder. Por isto, não deixem se abater com a fúria e situações dos males que lhe cercam, cresçam sempre na beleza divina para que quem o enxergar aguce o desejo de tê-lo ao seu lado resplandecendo o melhor de ti.

Dr. Bezerra de Menezes.
           

           

            

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