quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Façamos sempre a nossa parte




Ao desembarcar, viu uma grande multidão de povo e, sentindo compaixão, curou os seus enfermos. Mateus. 14,14

            Em muitos momentos a voz divina que fala por todos se cala diante das nossas grossas camadas de preconceitos e todas as formas tentadoras do pecado, ao qual embarcamos em muitos de nossas vaidades e orgulhos. Jesus já nos atentava sobre estes sentimentos nocivos que somente tende a perder as suas ovelhas.

            O canto do pecado seduz uma grande fileira de conhecedores dos ensinos superiores do Senhor, ninguém irmãos estão imune de ter sua caminhada muitas vezes entregue aos atalhos da vida que nos é ofertado, nesta grande experiência que é a caminhada rumo ao reino de Deus. Nosso Senhor compreende nossas fraquezas e as facilidades que nosso ego muitas vezes nos coloca nestas armadilhas, por isto sempre nos oferta novas vidas e um novo recomeçar diário para podermos nos resgatar deste emaranhado de cercas contra os designo do Senhor.
           
            Deus nosso Pai não comunga das peculiaridades dos homens e não fere como a mesma proporção que muitos desejam numa troca de forças, não, já sempre afirmamos como próprio Mestre Jesus nos mostrou, Deus é onipotente e amante de todos nós, caberá somente a ele às experiências a serem vivenciadas por todos nós, encarnados e desencarnados, frutos das nossas ações e sentimentos periódicos. Ele ensina aos irmãos os valores que devemos ofertar aos nossos semelhantes de forma reciproca a que pleiteamos para conosco assim seja.

            Mas há sim por parte de Deus a severidade no sentido de que os abusos cometidos em nome de um ídolo construído pelas forças malignas continuem a propagar a dor, o pecado, as trevas de uma era, forças essas que simplesmente causam destruição e morte em todos os sentidos. Quando por parte da natureza vem arrebatando inúmeras criaturas, é porque nosso Senhor faz-se necessário para que haja um cessar das forças maquiavélicas e que nos coloque a refletir todas nossas ações e sentimentos. Mas e o temor que tanto nos impuseram para com Deus? De certo irmãos que o respeito e o amor ao qual devemos expor sem cessar não haverá motivo para tamanho constrangimento e receio de aproximar-se de Deus. Ele é amor, mas também justiça a quem precisa ser aplicada e a estes que insistem no pecado, de fato há de temer sua colheita, pois ele sempre nos será justo.

            Estas enfermidades irmãos são muito comuns na sociedade de Deus, muitos afastam de seus domínios e ensinamentos e se perdem num grande oceano sem qualquer sinal de terras firmes a nos nortear, nos afogamos na desesperança de um novo pôr do sol e em um possível retornar as margens da segurança do caminhar. Muitos tentarão retornar, mas se cansarão ao longo do percurso por não mais saberem quem é e de suas reais origens e neste momento há necessidade de clamar pela misericórdia divina.

            Naquele tempo em que esteve entre nós, Jesus curou diversos enfermos de todos seus pecados, como na presente realidade ainda há muitos enfermos que persistem em não querer se curar e deixar que as pestes o devorem com a aplicação de todas as dores. Irmãos, a embarcação de Jesus a todo o instante passa diante de nós e promovendo a cura de todas as nossas enfermidades, não é bom permanecer nas dores e nas chagas do pecado que nos devoram com tamanha crueldade, não apenas causando mal a si, mas também a quem comunga a vida e que nos ama, que são nossos semelhantes e entes amados mais próximos.
           
            Por isto irmãos, não deixe a embarcação ir embora, aproxime-se de Jesus e clame a sua cura de todas as enfermidades, reflita em seu intimo e faça sua parte e verá como será muito melhor após a cura. Nenhum irmão é digno de pena, mas sim digno de amor e de respeito, com a força incessante do perdão e da caminhada comungada com todos na sociedade divina.

            O alerta contra as forças do mal se arrasta por milênios e nosso Senhor jamais se cansará de orientar e salvar todas suas ovelhas.

            Dr. Bezerra de Menezes


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