sábado, 31 de agosto de 2013

Complexidade da fé



Então Jesus lhe falou: “Ó mulher, grande é a tua fé! Seja feito como desejas”. E desde aquela hora sua filha ficou curada. Mateus. 15,28.

            É bastante comum a falácia sobre a fé quando ainda vemos muitos ou diria quase que a totalidade humana perdida nas duvidas e no que o Mestre Jesus nos deixou em palavras, exemplos e em ações. Quando aproximam- se ao nosso encontro pessoas debilitadas, tristes, sem rumo, sem bussola na vida, logo pedimos que ela persista na fé, mas muitos que falam na manutenção da fé duvidam e andam na contramão dos ensinamos de Cristo, principalmente em amar uns aos outros.

            Uma grande minoria de irmãos acredita na acústica e no sentido das parábolas e de varias lições expostas pelo criador através de Jesus, nosso salvador e nosso verdadeiro caminho e a vivem na sua totalidade, nem todo sacerdote é livre da falta da fé, nem todos frequentadores dos templos lhe são credenciada a salvação, muitos destes ainda faltam-lhe o instituto do respeito, quando seguimentos doutrinários religiosos excluem, zombam e escarneiam seus semelhantes, por este possuir determinada religião, nisto também falta à fé em comungar a todos a vida e a salvação, como todos sabem, no reino de Deus não há distinção, há sim consequências de nossos atos e nosso merecimento pela nossa fé na imortalidade para de fato merecer tamanha dadiva.

            Nosso Senhor Jesus Cristo nos mostrou como a faculdade de nossas escolhas influenciam na nossa condição e na condução de nosso merecimento, ele veio trazer a salvação e o exemplo de comportamento que devemos zelar em nosso intimo e colocar em pratica todas as nossas riquezas mais sagradas, a qual não se deve encarcera-la no egoísmo e condena-la a perpetuidade de seu desuso, enquanto a muitos perdidos que clamam um pouco de nossa riqueza imperecível. Sim, essas fortunas que carregamos dentro de nós, de certa forma não é para guarda-la e nem a nós pertence, são joias emprestadas em confiança pelo criador para que possamos distribui-la a todos e sem o medo de perdê-la, pois esta riqueza é fonte inesgotável de recursos e quanto mais propaga-la maior será a sua reposição que é imediata.

            Pode os irmãos questionar, mas devemos doar o melhor de nós a todos? E aqueles que cometem erros graves contra nós, aqueles que nos desdenham, nos humilham, traem nossa confiança? Irmãos, quantas vezes cometemos crimes piores contra Deus, com essas condutas citadas e muitas outras, com ele e contra nosso semelhante? E mesmo assim ele continua a nos perdoar e a ter misericórdia de todos nós, e sabe por quê? Ele tem a fé inabalável em todos nós, mesmo sendo pecadores e grandes responsáveis pelos desvios de nossa evolução.

            Torna-se uma verdadeira falácia e um gerúndio falar sobre a fé, sendo que grande parte de sua acústica é pouco vivida pelos irmãos em Cristo, pois ainda reina nos corações da humanidade a duvida. Em muitos momentos de dificuldade muitos perdem o pilar fundamental da fé e desabam como uma grade implosão dos grandes edifícios, restando apenas os escombros. E sem este pilar, a reconstrução será muito mais difícil e dolorosa, pois o mal da esperança se apodera das forças restantes, como a depressão, a duvida, a raiva, e acima de tudo a solidão acompanhada com a fúnebre morte e o estranhamento as trevas sem a esperança da divindade, onde somos grandes responsáveis pelos apagar das luzes, bem como nosso suicídio para a vida.

            Jamais será instituto de nosso intimo o castigo divino, na realidade haverá simplesmente as consequências de nossos atos. Se caminharmos pelo deserto com uma bolsa d’água e não soubermos conserva-la e usa-la de modo equilibrado e na primeira vontade bebermos toda água, no próximo desejo não haverá mais com que se manter e cessar a sede e a consequência serão diversas, entre elas a morte. E então, foi castigo divino ou consequências de nossos atos? Muitos irmãos ainda veem nosso senhor Deus como um ditador, um carrasco, um vingador e punitivo e que devemos temê-lo, pois não sabe o quanto esta visão sobre ele, o ofende profundamente, muitos creem que Deus se prende as mesquinharias e os sentimentos destrutivos e malignos que a humanidade tem impregnado no intimo de seu coração, ao contrario, ele é justo e nada nos será dado sem que as consequências daquilo que praticamos sejam justamente nos dado para vivê-la e usufrui-la conforme a vontade divina. Se nosso Pai realmente fosse este perverso que muitos querem ainda acreditar, não nos seria por direito a manutenção de nossos sentidos sãos e não teríamos um novo dia para corrigirmos os nossos atos, simplesmente, ele cessaria nossas esperanças.

            A lei de ação e reação transita por todas as avenidas de nosso sentimento e principalmente nas nossas ações, caminha a humanidade para o cessar do tempo da eterna luta entre o bem e o mal, uma nova era se aproxima, onde o bem reinará soberanamente sobre o mal e os poucos escolhidos de fato deverão fazer por merecer sua escolha, e aos muitos que são os chamados, ainda lhe serão necessárias um pouco mais de progresso e mais fé, não apenas em ti, mas principalmente no Senhor e nas suas obras. Ame incessantemente.

            Dr. Bezerra de Menezes.



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