quarta-feira, 10 de julho de 2013

Semeadores de Deus




Peçam ao dono da colheita que mande trabalhadores para a colheita. Jesus

            Nada nos seria possível sem a assistência e o apoio de nossos semelhantes a propagar nossas riquezas materiais e espirituais, a necessidade de um para com todos vem do pressuposto que ninguém neste planeta deve ser um deserto e muito menos uma ilha inexplorável, lembrando que até mesmo a existência destes dois mundos sempre há algo de importante para a vida, de que até mesmo no isolamento, a vida existe.

            Quando criados pelo amor divino, logo dependemos do fruto do amor e da vontade e da empatia entre dois irmãos, que se unem na propagação da vida. Mesmo sendo portadores da renovação da vida, cada um é livre em sua vontade para explorar este mundo que é de todos, ao ensinarmos o filho o caminho da esperança, da verdade e também preparando para os desafios da vida, não podemos nos furtar que cada um há dentro de si uma liberdade e que as escolhas são exclusivas, mesmo com as cercas que imaginariamente criamos a querer que ninguém ao nosso redor caísse na tentação e na perdição dos pecados do mal.

            O semeador da semente deposita na terra sua vontade, criam-se no horizonte da vida diversos frutos que brotam numa única vontade, de crescer e ofertar alegrias a quem plantou e a quem utilizará. Você meu irmão desta leitura é fruto da semente plantada pelo criador a fazer do universo da vida, fonte de renovação, fonte de esperança e de força a seu semelhante, vislumbre uma grande plantação num pasto, lindo e nascido em uniformidade e de acordo com a vontade de seu dono, para ter uma colheita perfeita, contrata-se trabalhadores para poder colher os frutos sadios nascidos e crescidos daquela safra.

Diversas são as safras, diversas são as colheitas, mas os frutos aproveitados dependerão do cuidado de seu dono e da forma que seus trabalhadores cuidam e recolhem a safra além do carinho e atenção depositada, pois um descuido qualquer poderá colocar em risco o futuro e mesmo a oferta que esta vida poderia ofertar matando sua esperança de benfeitorias a outros frutos. Pois as sementes de um fruto são renovação da vida, e devemos ser a todo o momento semeador do bem.

Somos frutos de Deus, bem como trabalhadores dele a colher novos frutos, os frutos não se restringe ao sangue do nosso sangue, pois se fosse essa nossa única tarefa não existiria a comunhão um para com os outros na engrenagem da renovação e no acelerar da vida, crescemos necessitando de todos, ninguém pode ser um vazio inexplorado e sem valores vitais, ao contrario, devemos expulsar as pragas das plantações de nosso campo, os pecados, e afastar este mal de todo campo para que a epidemia do veneno da vida não se alastre por toda plantação, perdendo toda sua colheita, ao desdenhar os riscos para com seu próximo de imediato estará promovendo em si o auto veneno que colocará em risco toda sua colheita, inclusive podendo perder toda a qualidade de seu próprio fruto, tendo que esperar novamente a germinação de uma nova vida para ter que colher as oportunidades perdidas.

Por isso sejamos protetores da plantação, somos os trabalhadores convocados para o trabalho da colheita e semeadura, bem como auxiliar todo tempo o dono de tudo, nosso único e verdadeiro criador e pai, Deus. Não desperdice seu trabalho movido pela preguiça e pela acomodação da indiferença, por crer não ser da sua obrigação os frutos alheios, pois ao ter esta vertente em sua vida, não poderá queixa-se da indiferença de seu semelhante para com sua semente, e não culpando a sorte pela sua própria perdida da safra.

Felizes sejam os convocados para a colheita do trabalhador, coloque-se apto e pronto para o trabalho, pois a todo momento você será convocado, a começa pelo laço sagrado de seu lar, na beneficência verdadeira do bem e a você também vai precisar dos trabalhadores de Deus para colheita e manutenção de seus próprios frutos.

Dr. Bezerra de Menezes.


            

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