segunda-feira, 29 de julho de 2013

Nada é sem o justo merecimento




Convém lembrar: quem pouco semeia, pouco também colhe. Quem semeia com abundancia também colhe com abundancia. Coríntios 9,6.

            Os discípulos do evangelho compreendem com bastante clareza o proposito do ensinamento do mestre para com as nossas ações, afinal, em nosso existir há sem duvidas nosso dever de propagar não apenas o que esta escrita em falácias soadas ao vento. Muitos compreendem nas passagens como forma de alimentar com ansiedade em que os famintos da esperança se arrastam pela vida.

            O caminho para a verdadeira salvação esta esplanada com atenção em fundamental ênfase em nossas fraquezas, na passagem e ensinamento de Jesus mostram o quanto nossa caminhada em muitos aspectos engatinha ao verdadeiro reino de Deus. Ao apontar aos nossos semelhantes suas falhas em sua vertente, podemos fazer o melhor para melhorar nossa condição mostrando a este suas falhas. Como também havemos de permitir para nós a acolhida aos nossos semelhantes de nos mostrar os nossos erros. A forma ao caminho da salvação é sem dúvida conturbada. A persistência faz parte deste combustível para poder alcançar a meta e o sonho em habitar com o pai no paraíso em seu Reino.

            Diversos são os caminhos percorridos pela alma neste universo evolutivo, cada viver deve ser correspondido com a gratidão ao pai e ação positiva ao próximo, somos habitantes deste grande ciclo vital que nos transforma na fraternidade divina a serviço da salvação.

            Como salvar seu próximo? Infinitas são as ações, cada irmão há de suplicar em suas fraquezas sua real impotência à manutenção da sua estabilidade e segurança no caminho da sua evolução. Todas as criaturas são munidas do sentimento da doação voluntaria existente no universo de seu sentimento e razão, à proporção que será prestado ao seu semelhante de certo será retribuído na sua atenção e em seu merecimento quanto o que sua voluntariedade se propõe. A dimensão que se presta a um irmão, não esta relacionado à quantidade de auxilio que se presta, mas qualidade real que é prestado.

            Muitos irmãos se preocupam com a quantidade de ações e irmãos que são auxiliados por sua vontade, de muito se esquecem da voz das pequenas criaturas que clamam num deserto sem direção, onde muitos ostentam um oásis imaginário sendo que a verdade é a perdição do próprio vazio em que muitos caminham. A qualidade do serviço é o essencial para com o próximo, a quantidade é apenas um detalhe na verdadeira caridade plena. Pode-se fazer muito pela minoridade auxiliada e absolutamente nada por uma multidão.

            O interesse em auxiliar jamais deverá ser almejado como forma de credenciar junto a Deus os interesses egoísticos do próprio deleite, pois o que lhe é de direito de direito lhe será entregue, mas quando seu dever estiver no aguço dos desejos múltiplos de seu interesse, a quem lhe foi prestado o auxilio receberá o que por direito o lhe compete e a quem doa sem a voluntariedade e munida por diversos interesses, a este lhe competirá à frustração do insucesso do direito que não lhe é propriedade.

O que é merecimento seu por direito chegará a você, sem precisar ultrapassar a vontade e o tempo certo dos acontecimentos, não há por necessidade a ansiedade fazer vez, pois este comportamento poderá inferir na qualidade do bônus por direito a resgatar e desfrutar, podendo todo merecimento se perder pelo injusto pleito de direito. E a quem se apossa de um direito injusto, a este lhe competirá à justiça divina, sendo a misericórdia um direito ao arrependimento. E a quem é injustamente compelido do seu direito, a este lhe será recompensado pelo criador, desde que a proporção do clamor à justiça não ultrapasse os limites das leis divinas e a quem ousa a interferir no direito alheio, que a misericórdia lhe faça justiça.

Por isto irmãos, façamos por verdade voluntaria as nossas praticas e sentimentos, este ultimo, o desafio ao intimo, mas que ao retirar esses sentimentos ruins e substitui-lo pela sensibilidade altruísta, as ações responderão pela qualidade certa das nossas ações. E jamais cobre de nosso Pai um direito que não se faz justiça para conquista-lo.

Dr. Bezerra de Menezes.

            

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