segunda-feira, 15 de julho de 2013

Como Jardineiros de Deus.




Entrando numa casa, saudai os que nela moram. Se forem dignos, desça sobre eles a vossa paz: se não forem dignos, retorne para vós a paz. Mateus. 10,12-13

            Cada ser no amor de Deus é um infinito Ser nesta vastidão existencial que nos proporciona a vida e as nossas ações, a liberdade de cada irmão favorece a sua sorte e de onde estará, seja por merecimento, seja por destino, nada ocorre em nossas vidas se não for movido pelas escolhas e também traçado.

            É-nos oferecido à agenda vital e aos quais nossas obrigações, isto exposto desde o antigo testamento e reformulado nos ensinamentos de Jesus em seu novo testamento. Sempre nos fora ensinado que havemos de respeitas as leis do superior e com ela colocar em pratica toda sua acústica, e ai daquele que traçar vias contrarias, este precisará da misericórdia e da compaixão de Deus Pai. Nossa, mas tenho que temer a Deus? Não, ao contrario que muitos creem, não havemos de temer aquele que tanto nos ama e nos oferta tantas belezas naturais aos nossos olhos grosseiros, se andarmos dentro do proposito divino porque temer? Havemos sempre de louva-lo cada vez mais e respeitar e colocar em pratica suas leis.

            O coração de cada irmão é um grande latifúndio de sentimentos e ações, com ele anda as faces das razões e dos ensinamentos oferecidos pelo criador, ao qual devemos zelar profundamente o cuidado e com quem permitimos abrigar e fazer de nosso bem maior, a nossa condução. Carregamos Deus em todos nós, afinal, existimos por quê? Do nada? Duvidas quanto à existência do altíssimo? Então olhe para o céu, veja se o que esta sob nosso telhado é fruto de obra humana? O existir? Foi o homem que criou o primeiro homem e fez do ser propagador e renovador da vida? São respostas da existência do altíssimo a nos brindar que não nos oferece a labuta para entendermos e o que carregamos dentro de nós nesta grande propriedade ofertada pelo Pai, ninguém é excluído desta dadiva, todos têm as condições de fazer plantar semente em nossas terras.

            Os frutos são e sadio somente é possível germinar em terras férteis e bem aradas, somente seu dono tem as condições de fazer da colheita o fruto desejado. Mas como é da fraqueza do ser se perder nos venenos do pecado, muitas vezes os frutos mal plantados se refletirão na colheita, podendo pouco ou nenhum fruto ser aproveitado e quanto tempo a mais serão necessários esperar por uma nova safra? Para que a lavoura da vida seja farta e ofereça os frutos necessários é importante se fazer jardineiros de Deus de si e no momento de auxiliar seu próximo no cuidado e na germinação da semente, no cuidado e zelo por tudo que a vida oferece de adubos infinitos para salvação e manutenção do bem e de toda plantação. Todos podem ser jardineiros e sempre se fazer prestativos aos cuidados, cobrando pelo serviço atenção, dedicação, amor, disciplina e paciência, estes são os itens necessários para fazer-se cuidar de vários jardins.

            Em determinadas situações não espere o chamamento de seu semelhante a cuidar se seus jardins faça ação, e sejam portador da salvação deste campo verdejante que é a vida, todas as sementes deste grande campo que é a união ao cuidado do criador. O importante no cuidado de entrar na morada de seu semelhante é o que devemos abrir em nós esta oportunidade, pois no planeta não há aquele que seja onipotente como o senhor e detentor de todas as respostas, há sim quem culturalmente se vê habilidoso e com ele distribui seus conhecimentos, mas nele sempre há de faltar algo e que dependerá de seu irmão o saciar deste vazio.

            Não desista de levar vida aos mortos, paz a guerra, luz as sombras e adubo as plantações vulneráveis e prestes a perder toda safra, se não for bem recebido, não trate de maltratar mais ainda este irmão, fique próximo quando o incêndio das esperanças acometer toda lavoura e perder tudo, a esperança, a vida, a coragem, será neste momento que sua doação deverá permitir a acolhida dos desafortunados e perdidos de suas lavouras. Quando a falência dos bens essenciais, como o amor e a fé fizer parte da propriedade de seu semelhante, esteja sempre apostos para ofertar sua solidariedade fraterna, de ofertar o que de mais rico existe em você, este bem que quanto mais se distribui, mais estoque há de completar e aumentar em sua lavoura.

            Nada há de perder, mesmo que as pragas do pecado destruam todas as esperanças e sonhos, pois sempre havemos de ter em nossas vidas os jardineiros prontos a auxiliar-nos e nos salvar a qualquer instante e confiante sempre na força do dono deste jardim, Deus, pois é somente nele que nossa safra deve buscar o melhor dos adubos, da vida eterna, da misericórdia, da compaixão e acima de tudo, do amor incondicional, é este o grande Jardim de Éden em nossa propriedade sagrada.


Dr. Bezerra de Menezes

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