terça-feira, 30 de julho de 2013

Clamamos a sua Misericórdia



Pai, santificado seja o teu nome, venha o teu Reino. Jesus.

            Clamado seja o nome de nosso Pai a nos proteger neste planeta de provas e expiações. Os irmãos do evangelho compreendem a caminhada neste mundo a evoluir na própria estrutura existencial e evolutiva no amor, na fraternidade e no aprendizado as obras de Nosso Senhor Jesus Cristo no seu infinito perdão.

            Clamam os desesperados do espirito um pouco de esperança na perdição do mal a nos impedir este crescimento. As ações do mal para com nossa caminhada são sem duvida os desafios a vencer nossa resistência e acomodação frente ao encantamento a que ele trabalha a se fortalecer frente as nossas fraquezas, muitas vezes voluntarias a que nos colocamos.

            Clamam os entregues as trevas um facho de luz a se nortear na esperança, perdidos na vastidão da escuridão e entregues ao pecado voluntario e a preguiça em busca da luz.

            Clamamos em nome do Senhor a salvação e a santificação das nossas ações a caminho do seu Reino, todos nós buscamos o caminho desta estrada a viver na feliz e eterna felicidade, brindando com nossos amados entes e irmãos a comunhão divina a rogar por todos os fracos e pecadores a salvação, para que também alcance a verdadeira salvação.

            O clamor é soado no coração de Deus, que busca entre nós a unidade no respeito e principalmente no amor, a pratica não nos será dada como uma magica. Existe em cada um este caminho existencial, esta realidade vinda ao fundo do ser e devendo ser exteriorizada na mesma condição e até superior a que desejamos ao nosso intimo para com nossos semelhantes. A vida existencial jamais é vivida egoisticamente, mesmo que os sentimentos de cada irmão creem em sua única realidade que és soberano frente aos demais, mesmo tendo as riquezas materiais a protegê-lo e a garantir uma falsa sensação de bem estar e satisfação, bem como a superioridade hierárquica, no mundo desde pobre irmão haverá de contar com a misericórdia no juízo final.

            Na oração ensinada pelo mestre, nos ensina que a coletividade em nossas ações deve ser comungada entre todos, não há como alcançar o reino sozinho. A evolução entre o bem e o mal é nossa credencial a realidade reinante de Deus em nossa vontade. Por isto a nossa resistência frente ao mal é nossa real força a aprender vencer as nossas próprias fraquezas, onde muitas vezes somos nossos próprios vilões e condutores para a vastidão desta escuridão.

            A dependência para nossa caminhada existe entre todos nós, não há quem seja na sua arrogância, soberano e onipotente como nosso Pai, que também depende de nós para o ápice do bem ao fortalecimento de sua vontade e nos credenciar a fazer sua vez perante nossos semelhantes, pois Ele sempre nos faz instrumentos da sua vontade a resgatar os nossos semelhantes pecadores e perdidos do ser.

            Por isso, encarnados e desencarnados clamamos a santificação de seu nome e que venha em cada um em nosso mais sagrado ser, o teu Reino de amor, tolerância, caridade e respeito, combustíveis para nossa salvação.


            Dr. Bezerra de Menezes.

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