sexta-feira, 12 de julho de 2013

As Bodas da Esperança.



Jesus lhes respondeu: “por acaso os amigos do noivo podem ficar tristes enquanto o noivo estiver com eles?” Mateus. 9,15ª.

            É muito importante para qualquer irmão o compartilhamento da felicidade, do estado de alegria e de graça no sentido de comemorar as ocorrências belas da vida. Quando testemunhamos a união em bodas de nossos amigos e entes celebrando a presença de Deus na união de duas vidas em um único sentimento, o amor.

            A presença da união não esta apenas na união pelas bodas e sim da união do respeito, do bem querer a seu próximo, na reforma de seu intimo para com a vida e o proposito de Deus em nossas vidas.

            O estado de graça movido pelo bem maior deve ser celebrado no sentido da presença da felicidade plena, se alegrar com seu próximo e com ele fazer fruto da vontade do criador, quando estamos em graça nada de mal pode nos impedir a continuidade do sorriso, importante ter em nosso intimo essa alegria contagiante como se tivermos sempre comemorando a união da vida em um todo. Celebrar a vida material é consequência e respeito à vida espiritual, é nessa união que devemos sempre esta comungando a alegria eterna.

            A vida material é um estagio passageiro na evolução e de quem nos une a vida e a existência, a experiência de sentir e evoluir sem o motivo do interesse de que qualquer ação para com o bem estará credenciando intencionalmente a um lugar nos planos superiores. Em sua totalidade sim, pois as nossas praticas para com bem é condição fundamental para nossa salvação, jamais deixando de praticar diversas outras ações, que desafiam sim o nosso caminhar, como a pratica da tolerância para com o próximo, a paciência para ensinar e aprender, a beneficência a fazer voluntaria em seu coração, a caridade pura aliviando todas as formas de sofrimento do seu próximo, bem como segurando as mãos daqueles que engatinham a evolução. Além disso, dosar sempre e não deixar extrapolar os sentimentos errôneos, como a vaidade, o orgulho, a ira, a avareza, enfim os sentimentos que desafiam o estado de sentimento e faz com que sejamos nossa própria fiscalização e dosagem para a vida do bem em comum.

            No momento de comemoração da graça de Deus em nós, temos que comungar com nossos amigos, e jamais deixando se entristecer pelos percalços e insucessos, pois como já sabem este é o planeta da experiência, onde aqui crescemos para o sucesso espiritual da existência onde devemos aprender com as frustrações dos nossos sonhos e objetivos, pois sem essas experiências não aprendemos o valor do aceitar que a vontade de Deus que vai muito além do próprio ego e do próprio sentimento. Somos livres para agir, mesmo assim vamos ter os designíos de nosso criador a dosar nosso ímpeto, e quando desafiamos a ordem divina e contrariamos sua ordem, havemos de arcar com as consequências, que não deixará também de credenciar experiência no sentido de poder erguer nas quedas muitas vezes provocadas por nossa própria vontade.

            Sejamos noivos de Cristo sim, mas no sentindo de alegramos o tempo todo junto a ele, a comemorar as bodas do bem, da caridade pura e toda sua proteção e lição para nossa salvação, façamos deste casamento lição de união eterna com nosso Pai amado e todo poderoso, Deus da justiça e Deus da misericórdia, pois este casamento jamais é desfeito mesmo que muitas vezes oferecemos as costas para ele nos nossos pecados, contrariando o verdadeiro sentido da verdade, mas ele sabe que todos reconhecerão que ele é o único caminho a seguir.


            Dr. Bezerra de Menezes.

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