quarta-feira, 17 de abril de 2013

Penitenciaria espiritual




            Amados irmãos,

            Somos todos responsáveis pelos nossos atos e mesmo onde estaremos, pois nossas ações e pensamentos que determinarão nossa sentença frente ao juízo espiritual.

            Engana-se no planeta que a absolvição de crimes cometidos pelas leis do homem será também absolvida pelo tribunal espiritual, não estamos temorizando e nem afirmando que os resgates espirituais devem ser temerosos a todos, não irmãos, havemos de respeitar as leis divinas conforme nos fora apresentada sem que houvesse doutrinas religiosas a interver perante o desejo do Criador. 

            Há séculos que a vida de muitos irmãos tem sido conduzida a luz de supostas crenças que prendem a verdadeira liberdade e a verdadeira pratica em nome de vaidades e soberanas mentes que ao invés de usa-la na total acústica e comunhão com bem, visa sim perder as ovelhas e prender aos irmãos na verdadeira condução da própria salvação, transgredindo as leis divinas, não devemos usa o código em favor de poucos e muito menos usar as condições materiais para ludibriar e pratica-la em favor de grupos interesseiros.
           
            Voltando a nossa reflexão, existem em mundos diversos as prisões espirituais, onde são levados para estes os irmãos que abusaram da força e de artifícios para cometerem crimes contra a lei divina que é diversa, os crimes que cometemos que não percebemos a gravidade que é aplicada por nós, aonde muitos são sentenciados a viverem na reflexão de varias ações, para sim poder ter uma nova oportunidade de reconhecer seus erros.

            Os crimes cometidos contra as leis divinas não são apenas as praticadas contra seu semelhante, fundamentalmente são os cometidos contra a própria vida, em vários aspectos, não apenas na autodestruição dos planos, são os exageros e auto aniquilação baseado no veneno da soberba, da irá, da vaidade, do orgulho, do ódio, do rancor, da inveja, como também dos assassinatos a outros irmãos, seja por motivo que for, como também aqueles condutores da aniquilação de irmãos com base nos vícios nocivos a saúde física que se reflete no espirito, causando a este irmão que perde a existência pela própria ação a condenação às privações e limitações físicas de outras oportunidades às novas encarnações, como aqueles os que alimentam esta arma destruidora que nada mais é que fonte de nocividade a mando do maligno e que será também responsáveis e responsabilizados por seus atos e pratica, mesmo sendo aparente inocência, mas que corroí o corpo e a alma.

            Entender entre o bem e o mal não é desculpa de desconhecimento do certo e do errado, nenhum irmão poderá se basear nestas defesas, pois é perceptível a todos, senão não teríamos a consciência do discernimento à vida e também a arguição de que sofrera alguma violência seja qual for às desculpas para as praticas do mal.

            A verdade que nossa conduta, assim como as injustiças de todo mal que é passado, é medida e de conhecimento do Senhor, mas Ele sempre devolverá novamente o que é tomado injustamente e por direito e dará a sentença justa a quem pratica o mal, não será da nossa competência fazer justiça em nome da injustiça, pois assim ao invés da misericórdia e da compaixão divina, terá a mesma sentença condenatória dos atos e dos excessos praticados. Ninguém é capacitado a ser o algoz de quem quer que seja, mas todos são capacitados a serem como uma criança, inocentes e sem a maldade da consciência, pois mesmo o crime, seja em qual circunstancia for que é praticado contra a criança, ela não desejara o mal, ficará triste e constrangida, mas o sentimento e a consciência vulnerável ao mal que determinará sua caminhada, mas a fé na justiça divina está sim deve ser confiada e lembrando que o tempo do nosso Senhor é completamente diferente a ansiedade da nossa injusta justiça. Um erro jamais deverá ser mote para crimes piores, pois o excesso e as injustiças serão julgados como qualquer outro.  

            Eis ai irmãos um dos vários desafios que cada um de nós deverá enfrentar na vida planetária, e entenda quem é justo e aplica a justiça como realmente deve ser é nosso Senhor Pai. Em muitos casos são entendido as revoltas contra o mal, mas será que é justo praticar o mal contra o bem divino? Reflitam e mude seus pensamentos, eles serão a sua defesa.

            Dr. Bezerra de Menezes

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