sexta-feira, 5 de abril de 2013

O celibato, a castidade e a sexualidade.




            A sociedade é movida por constantes mudanças no comportamento pessoal e social, frente a uma moral e uma ética discutível.

            Compreendamos irmãos, que o que é expressa na palavra do código divino deverá servir como função primordial a viver na acústica do bem, praticando atos normais e não extraordinário no que diz respeito a fazer o bem.

            O comportamento desde os primórdios da vida humana trouxe e assim ocorre nas mudanças periódicas da evolução desde a tecnologia da acessibilidade via a comunicação e em regra os dispositivos para facilitar a vida em um todo. Para muitos a evolução deve ser acompanhado por todos, assim como o comportamento pessoal.
           
            Visa-se na sociedade um padrão comportamental da sexualidade que deve ser tratado com muito respeito e atenção, visamos que as potencialidades do ser humano são inúmeras, em todo sentido, em especial no cérebro, a fonte das modificações e da vida em metamorfose sendo a peça fundamental de cada ser.

            As potencialidades do Ser em serviço do bem comum devem sim ser compreendidas como fator primordial para a salvação, assim como a sexualidade, que traz não somente a ideia de diversão, mas especialmente a fonte de renovação da vida. Conforme a vida se evolui o tempo para o bem, também se modifica para o mal, onde deveremos acima de tudo exercer com sabedoria a arte do equilíbrio.

 Vários irmãos dedicam a vida a prestar a genuína caridade e viver a totalidade da vida divina, alguns escolhem privar-se de direitos como a sexualidade em sua pratica, por entender que não necessita de provar o ritmo da sociedade comportamental para se fazer moderno na mesma, o comportamento social frente ao bem, esta sim deve ser a maior preocupação quanto o girar da sociedade.

Devemos entender que as necessidades da sexualidade passam como instinto animal, à necessidade puramente carnal, não influencia a vida espiritual, evidente que dentro dos padrões do limite, assim como devemos ser como um todo na vida. Como a atenção frente aos excessos e o desrespeito ao próximo, que serão de certo cobrados no juízo.

No celibato como na castidade devemos reconhecer como exemplo de que podemos ser melhor sem as prisões da carne, apesar de a carne ser fundamental na evolução do espirito, onde abrigamos a alma na condução do crescimento. Se irmãos escolhem para sua evolução esta faculdade, devemos respeita-los como deseja que respeitem a sua moralidade frente ao mundo.

De certo que a renovação da vida é o proposito de todos, mas nosso Senhor sempre nos enviará irmãos a dedicar a regeneração da vida, ao qual deveremos prestar sempre a atenção em seu comportamento e trabalho frente ao bem, onde esta propositura não escolhe determinadas doutrinas em exclusividade e muito menos trará a obrigatoriedade comportamental frente à dita moralidade social, que não é a única fonte de salvação.

Dr. Bezerra de Menezes.

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