quarta-feira, 6 de março de 2013

Não devemos agir por trair a confiança divina




            Um dos comportamentos sociais mais baixos da existência do ser é o da traição, onde depositamos nossa confiança plena em alguém e este nos devolve com ingratas respostas. Um casal feliz se conhece, apaixonam e partem para um relacionamento amoroso, alguns para o casamento, outros pela empatia que nascem, mas quando entra o desrespeito frente ao sentimento alheio, torna-se isto um enorme sangramento do coração e da alma.

            Nosso Senhor Jesus Cristo sofreu deste sentimento na pele, ao qual pagou com sua vida, uma das mais fortes e sérios comportamentos em nome da ganancia, pois quando este sentimento apossa do nosso ser, estará sempre resguardado pela ganancia, pelo ego desenfreado, pelo poder misturada a vaidade e orgulho de um dubio caráter comportamental.

            Toda traição é maléfica para quem pratica acima de tudo quem é vitima deste golpe tão ruim quanto à perfuração de um objeto em sua alma, é o sentimento quanto de um animalzinho, que na sua pureza confia no homem o anjo que nós desejamos para a vida, mas de muito são os carrascos e aniquiladores de nossos irmãos e seres de Deus que abusam da inocência para até mesmo assassinar a vida e os sentimentos.

            Agora, quando deixamos de confiar no próximo vitimas deste mal, havemos de trabalhar seriamente contra a existência de sentimentos piores, como ódio, a magoa e os ressentimentos que de principio poderá ofuscar nossa luz, mas a superioridade deve partir do nosso coração e mostrar que nossa luz é muito mais reluzente que as sombras a aproximar.

            Como é de fato, a traição é o oposto a confiança, ou seja, é a contramão que nos é esperado. Quando nosso Senhor nos trouxe a existência e a confiar nossa vinda ao planeta para sermos portadores da sua vontade, da sua confiança, em nós tão genuinamente cedidos a doar aos nossos, nos é dado este credito, mas muitos traem esta confiança através de comportamentos desastrosos, como a inveja, a intolerância, o egoísmo, a cólera, as injustiças que cometermos a exclusão que fazemos, quando faz parte à excessiva presença do orgulho, da vaidade, da soberba em nome de poderes, são tudo isso sombras que nos faz traidores das obras divinas.

            Pense irmãos por um instante, se depositasse em seu semelhante à bondade e lhe retribuísse com a maledicência, é assim que nosso Senhor nos vê quando agimos em nosso intimo do umbral do pecado, e mesmo assim ele sempre confiara que poderemos a qualquer instante restabelecer a confiança que nos é depositada. Basta simplesmente querer.

            Dr. Bezerra de Menezes 

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