sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Sexualidade, um tabu a se discutir.



            Ao longo de milênios acompanhamos a vida de povos que determinavam certas regras as praticas sexuais em varias localidades e não sabemos ao certo os verdadeiros limites de onde pode ou não para com a pratica. De certo que devemos sempre nos atentar a um contexto geral do ser.

            Este tema causa muitas discussões e pensamentos distintos, afinal, seria o sexo em suas varias manifestações sentenciada as trevas? Há doutrinas religiosas que pregam à restrição ao nível da proliferação, outras abrem a comporta para troca de carinho para com as pessoas amadas.

            O ser humano na matéria dispõe de recursos infinitos no cérebro onde sua criatividade possa levar a descobertas para uma longevidade e de desfruto para a humanidade, tem nas mãos sentidos tão belos como a disposição para o trabalho, às mãos auxiliam a todos a cada instante. No intimo de cada ser há um mistério inexplorável por qualquer pessoa, apenas pelo Pai Celestial que entende com precisão cada sentido.

            O amor tão pedido e ensinado por Cristo estaria limitado às caricias? Enfim uma discussão que não tem um sentido certo ou uma conduta única, o que devemos de certo é respeitar ao próximo em todos os sentidos, amar sempre, as caricias também deve haver a reciprocidade verdadeira e não imposta por violenta condição.

            A pratica sexual deve ser manifestada como troca de carinho e manifestação amorosa e não esquecendo que a pratica é a única e principal condução a concepção de novos irmãos em novas experiências na matéria. Como sempre informamos Deus nos oferta o livre arbítrio e se dentro desta liberdade há o curso de uma nova vida é porque temos as condições de arcar com as nossas consequências, a pratica pode ser linda, mas haverá sempre a possibilidade desta cumplicidade se transformar em responsabilidade para a vida, ou seja, cuidar de outra vida.

            Quem foge ao destino e interrompe a responsabilidade estará se condenando ao nível de assassino e terá de arcar com estas escolhas, afinal, estará matando uma vida, mesmo que este espírito não tenha tido a oportunidade de respirar a vida material, assim como os profissionais que trabalham em prol desta pratica tão nefasta da criminalidade espiritual, deverão prestar esclarecimentos quanto a este crime da irresponsabilidade assumida.  
           
            Da mesma forma que os órgãos sexuais são condutores para uma nova vida, são também os responsáveis por expelir as toxinas e o “lixo” do corpo, por isso não devemos expor outras pessoas diretamente as nossas impurezas. Se você ama seu semelhante, jamais o permitiria rebaixar ao nível de uma sujidade.  

            Aquele também que pega para si o seu semelhante para praticas mundanas com intuito de satisfazer as necessidades usando a força e a grave ameaça, é também tido como um severo e perverso criminoso ao mundo de Deus, as leis humanas podem restringir o ser a liberdade física, mas sua conduta estará lhe sentenciando a uma prisão espiritual, onde deverá passar longos períodos ao lado de irmãos páreos a sua conduta, à refletir o sofrimento causado a outrem.

            Não devemos condenar os irmãos que usam o seu corpo para sustentar sua vida material, devemos ter compaixão, apesar de esta profissão existir milhões de anos da existência humana, são pessoas dignas de nosso respeito acima de tudo. Mas as oportunidades para conduzir a qualquer outro caminho esta a disposição, assim como Cristo sentenciou a Maria Madalena, “Vá e não peques Mais”. Por isso todos merecem respeito e oportunidade. E porque não sermos a primeira porta para a oportunidade de nosso irmão?

Dr. Bezerra de Menezes

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O que você esta deixando para o planeta?




            Quando viemos ao planeta temos a missão de resgatar nossos débitos e prosperar na providencia divina em seguimento a salvação do ser, cada encarnação traz uma historia impar, nenhuma encarnação será como as antigas e nem igual aos irmãos a conviver e existir, as encarnações podem coincidir fatos, jamais se igualará a ninguém e a nada.
           
            De alguma forma somos engenheiros da própria vida, onde devemos construir bens e perpetuar as ideias e nossa encarnação por meio das nossas ações. Muitos irmãos passam pela existência humana sem sequer construir uma simples imagem de amor, apenas passam pela vida sem nada a oferecer e acrescentar na própria evolução e o que dirá para os demais.

            Construir não esta apenas em edificar grandes prédios, monumentos, estradas, ou constituir fortunas, é servir de exemplo para os que nos cercam de alguma sorte, seja familiar ou nas amizades e no convívio com pessoas que constantemente nos cercam em nossa historia.
           
            Cada bem que fazemos aos nossos e as criaturas divinas, onde incluímos os animais, as vegetações, os rios, a vida em um todo, são construções que deixamos marcados na vida terrena, pode nossas construções não se fazer tanto visual como muitos desejam, mas a construção que deixamos pelo mínimo do bem que praticamos, já nos é dignos de bênçãos e orgulho de se sentir construtor.

            Não queira construir apenas para mostrar ao seu semelhante ou querer provar para Deus que você é bom, nosso criador já lhe conhece muito bem e não precisa que prove o que é capaz de fazer, ele quer que sejamos bons para todos.

            Lembre-se daqueles parentes que vocês não tiveram o privilegio de conviver na matéria, mas busque saber o que de bom ele deixou para quem o conheceu e vejas as construções que ele proporcionou na vida de quem ficou. Esta é a matéria prima necessária para poder começar a fazer a nossa marca individual.

            Devemos construir alegria, felicidade, amor, sorriso, bom humor, amizade, companheirismo, humanidade, cumplicidade, praticar a caridade em todo sentido, ajudar aqueles que nos batem a porta por um auxilio seja qual circunstancia for, abençoar tudo que o criador oferta para sua vida, ser porta aqueles que nos batem em busca do nosso conhecimento para a esperança. Sejamos acima de tudo cordeiros de Deus e aquele que em nome do mestre ensina aos demais, sob auxilio do Bom Pastor.

            Então, mão na massa e pegue o primeiro tijolo que é remissão dos pecados e prepare o primeiro cimento, a segurança de Deus em nossa alma.

            Dr. Bezerra de Menezes

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Simbolismos





Ao longo da humanidade o ser humano se direciona a objetos para atingir suas intensões, sua fé e até mesmo sua marca existencial.

Uma grande empresa se idêntica pela marca e símbolo a se destacar entre as demais, um automóvel se identifica pelo símbolo que o diferencia dos demais. Estes detalhes que muitas vezes pode nortear a caminhada é o volante na condução dos nossos desafios.

Durante muitos séculos, povos e nações perseguiam os seus por simplesmente direcionarem sua fé a uma estrutura ou objetos. Pessoas eram perseguidas, presas e até mesmo aniquiladas por alguns entenderam que era uma afronte ao criador. Isto é a grande identidade que o homem sempre se diz fazer o papel de Deus sobre os demais.

A fé é única, as manifestações do bem individual não é traçado por um padrão social, ou pregadas por alguém se dizer melhor esclarecido. A fé de mudança, de fidelidade e de crescimento no senhor está nas ações de benevolências que praticamos em nossa existência contínua, seja em qual grau de elevação que nosso espírito transcende.

Se a fé para ser direcionada precisar de algum objeto a ser visualizado, seja numa estatua de um irmão santificado pelas leis do homem, seja na imagem ou retrato dos mestres da vida, na imagem de um irmão desencarnado ou mesmo encarnado, e mesmo em objetos inocentes, não é tido como afronte pelo criador, ao contrario, se é para se assegurar numa posição confortável e que estes simbolismos não vá de frente as obras do criador, nenhuma nocividade será registrada.

E lembrando sempre que a imagem do nosso Criador está nas ações de amor que estará refletido em nossas praticas diária e nos segundos em que suspirarmos.

Dr Bezerra de Menezes

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Ingratidão

A ingratidão é a faca afiada a sangrar o coração sem ele matar, é a ferida dolorosa que alguém possa proporcionar, pior do que sangrar é ser o autor.

O tempo pode até cicatrizar, pode a dor não mais incomodar, mas sempre haverá a marca. O melhor antidoto é o perdão, a misericórdia e a compaixão, que esta acessível a qualquer um, mas as vezes difícil de usa-lo, é necessário aliar-se ao tempo como o melhor amigo.

A Ingratidão é o pior dos venenos, é a dilaceração da alma de quem pratica e o choro silencioso de quem é vitíma.

Marcelo Passos, pelo espírito de Dr. Bezerra de Menezes

sábado, 1 de dezembro de 2012

SIMPLESMENTE UMA ROUPAGEM MAIS NADA




No império da beleza exterior em sua grande maioria aprisiona irmãos a roupagem perfeita, a beleza idealizada e até mesmo o cartão de visita. Mas do que adianta uma roupa bonita se as vezes não saberemos nos comportar nela? E as vezes sem utilização em todo sentido?

Todo zelo seja em qual circunstancia for, é essencial e necessário, afinal temos que preservar tudo que temos e agradecer, principalmente se esse bem a zelar nos é fundamental na manutenção do bem estar.

Uma torneira desde a mais simples a mais sofisticada tem a mesma finalidade, expelir a água. Um automóvel do mais humilde ao mais moderno também tem o mesmo proposito, conduzir. Um relógio a mesma coisa, do mais barato ao mais caro, vão marcar o mesmo horário. Todas essas situações entre muitas outras nos mostra que pode existir marcas famosas quanto não, no fim todos realizarão o mesmo serviço, uns mais modernos e atrativos outros nem tanto, apenas o essencial como todos.

Somos assim irmãos, temos uma roupagem que abriga o nosso espirito, o nosso corpo material. Devemos zelar por ele, afinal é ele que sustenta nossa alma pela passagem ao planeta, lembrando que, nossos irmãos do miserável ao magnata tem a  mesma  finalidade, evoluir, prosperar e respeitar uns aos outros, pois nenhum irmão é mais importante do que outro, independente das posses materiais, lembrando que um desaventurado pode salva-se no reino do que o magnata com toda suas posses e culturas universais. No findar somos todos gêmeos. 

Por isso devemos preocupar mais com nosso conteúdo, para com a salvação do espírito, pois ao deixarmos o planeta, também deixaremos nossa roupagem e partiremos com que praticamos em toda a importância do espírito.

Escrito por Marcelo e ditado por Dr. Bezerra De Menezes