quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Os desafios da separação


Os seres encarnados, assim como os desencarnados vivem o egoísmo mais nobre do sentimento, a vontade de não se separar de quem ama, muitos desejariam ter seus entes queridos para sempre no conforto de seu lar, mesmo que perpetuasse a idade. Pelo propósito do nosso criador devemos viver novas experiências, seja no mundo material como espiritual, para que possamos levar a humanidade um cisco do bem, da prosperidade e da propagação de todo amor do nosso criador.

Para isso ao longo da existência vamos convivendo e separando de quem amamos, seja na família com na vida em comum, aproveitar ao Maximo é fundamental para que tenhamos sempre viva em nossa consciência e em nosso coração toda ideologia da natureza do bem amado.

Temos desde o mundo material como espiritual o tempo necessário de aproveitar quem esta ao nosso lado, para toda forma necessária de crescimento. Quantas personalidades famosas vieram ao planeta, trouxe e perpetuou suas obras, oriunda do aprendizado que tivera num mundo espiritual e traz para nosso conhecimento esse desenvolvimento. Como temos o desenvolvimento material, temos o dever de nos desenvolver espiritualmente, não somente a experiência beatifica, mas sim no conhecimento, no crescimento e acima de tudo aprendendo com nossos irmãos evoluídos e inferiores.

A importância desses anjos em nossas vidas é fundamental para que possamos ser melhores sempre, anjos que nos acompanha em nossa família, nossos amigos, colegas, todos aqueles que em algum momento passa pelos capítulos dessa longa historia de vida, que nos faz bem e ate os que passam e causam algum tipo de embaraço servem de escada para nosso grande crescimento.

Quando chega a hora de separar fisicamente de quem convivemos e amamos, abre-se uma grande lacuna de tristeza misturada com a saudade, formando dentro do nosso universo. Não ver mais quem amamos traz esse grande desafio aos seres, devemos sim chorar nossos entes, mas o choro da saudade tocada da certeza do reencontro. Mas quando chegar esse momento, devemos fazer uso de todo bem de nossos irmãos que voltam a casa eterna, onde tivemos a oportunidade de conhecer.  Devemos inspirar nossas vidas e espelharmos a fim de sermos melhores a cada momento, a cada instante em nossas vidas e principalmente de nossos semelhantes.

A morte não é o fim de nada, e sim a mudança necessária para que se iniciemos novos ciclos do espírito, a hora de parar e recarregar novamente as forças de aprendizado e fazer o bem ainda mais.

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