quinta-feira, 26 de julho de 2012

Vingança, o açoite do espírito


O mundo é divido entre o bem o mal, sentimentos opostos que faz parte da vida de praticamente todo ser, nos pensamentos, nas ações, sempre alguma delas é mais pesada na balança do caráter e da moral do ser.

Quem nunca viveu uma situação de conflito ou até mesmo presenciou e assistiu aos noticiários, situações delicadas que desejou e teve o sentimento da vingança, onde quis que seu semelhante sofresse algo de ruim fruto de sua má conduta diante a sociedade. Não há como querer ser totalmente puritanos e até mesmo negar que esse sentimento nunca rondou ou até mesmo praticado e saboreado com o desacerto daquele que tanto desejou o mal.

Jesus Cristo, o espírito iluminado, filho de Deus, desde as blasfêmias até em sua ultima palavra,“ em tuas mãos entrego meu espírito”, jamais desejou que houvesse vingança diante daqueles algozes, pelo contrario, perdoou. Lamentavelmente não conseguimos atingir a superioridade de Cristo em sua plenitude de nossas ações, mas podemos espelhar nosso cotidiano, na pratica da tolerância, do amor, da compaixão, das boas ações, quando houver momentos de destempero, desequilíbrio diante da situação que for, nos momentos onde nossa capacidade de equilíbrio seja desafiada e cometermos algum ato que possa ofender nosso pai, e destruir nossa existência, procuramos ser superiores e peçamos sempre perdão.

Quando alguém comete algum deslize, algum mal, logo aparece o demônio da vingança em nossa consciência, sentimento capaz de destruir felicidade e a existência do ser na sua evolução; meus irmãos, demônio não é somente aquela figura imaginaria, são todas nossas ações e pensamentos do mal, não devemos creditar nossos atos tão somente a influencia de seres de um mundo espiritual, todos nós somos criaturas detentoras de livre arbítrio, temos o direito da consciência plena das nossas escolhas, assim como aceitar as conseqüências.

Vamos trabalhar cada esfera de nossa vida, vivendo a pratica do bem, do amor ao próximo sem interesse, buscando arrancar os extintos maléficos da alma, não acoitemos nosso espírito em sentimento autodestrutivo, que acaba mais com quem alimenta, do que propriamente é alvo desses desejos. Não é fácil, nem há uma formula mágica para arrancarmos isso de nós, mas podemos desde já começar.

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