sexta-feira, 20 de julho de 2012

O Filho prodigo


Jesus em uma da sua vasta sabedoria nos contou a historia do filho prodigo,onde há  dois filhos, o mais novo chega e pede ao pai que lhe dê a sua parte por direito da herança, e pai solicito o entrega, e este por sua vez resolve ganhar o mundo,  durante um bom tempo gasta seu dinheiro nas perdições mundanas da carne e dos prazeres sórdidos, ate que chega um momento perde tudo e começa a viver como um desafortunado e vê a miséria a sua frente e até juntamente com os porcos alimenta-se para sobreviver, ate que se lembra de casa e de seu pai, da fartura que todos, até os empregados desfrutavam e resolve retornar, ao avistar seu filho o pai lhe abraça com todo amor e o acolhe, designando que os empregados que trouxessem roupas, sandálias e matasse um cordeiro para celebrar a volta do filho. O filho mais velho retornando do trabalho vê a movimentação e procura saber o motivo, ao saber, se revolta e argüi seu pai, por oferecer um banquete ao irmão e nunca lhe oferecera um animal para celebrar com os amigos e o pai explica os motivos e diz, que tudo o que tem, lhe pertence e que aquele irmão estava morto e voltou à vida.

Nesta breve passagem na parábola de Cristo, nos move e faz refletir quanto as nossas ações para com nossos pais, quem nunca desejou sair da casa dos pais e desbravar o mundo, muitas vezes viver a vida sem fronteiras e responsabilidade, gastar e aproveitar que a vida material nos oferece. Não é errado e nem pecado querer deleitar de prazeres, claro moderadamente, dentro dos princípios do respeito para com o corpo, quanto para com nossos semelhantes e ao espírito. É certo que dentro dos princípios da natureza, estaremos longe da proteção de nossos progenitores, seja pelas circunstancias da evolução, seja pela separação do desencarne.

O importante é compartilhar e aproveitar tudo que nossos pais tende a nos oferecer, dentro do universo moral e ético da vida, há quem se desenvolve longe dos pais biológicos, mas encontram em suas vidas anjos vestidos de pais de amor e que faz da vida uma centelha do bem e do caráter, esses são tão privilegiados quanto quem nasce numa família biológica, é o amor sem fronteiras.

Esta passagem serve para que sejamos responsáveis sempre e espelhemos nossa vida nos ensinamentos de nossos pais, não apenas desejando o que tem materialmente a nos oferecer. Não somente em casa, na convivência social, podemos ganhar o mundo sem limites, podemos sim, desfrutar de todas as belezas, desde que os princípios da responsabilidade, da espiritualidade estejam também em equilíbrio, pois ao ter algum vazio em nossas vidas, por mais que tenhamos condições de viver a vida, um vazio sempre fará parte da existência, a felicidade parcial poderá ser companheira, deixando a felicidade plena como uma utopia.

Por vezes conduzimos nossas vidas erroneamente, seja na busca do acerto seja por livre escolha, mas sempre poderemos retornar e buscar acertar sempre, assim como o filho prodigo que retornou e encontrou sua casa de portas abertas, assim é nosso Deus, sempre estará de braços abertos a nos receber e acolher dos nossos erros, pecados, omissões, sem questionar e punir por nossas praticas, mas estará sempre dispostos a nos ensinar e nunca desistir de suas ovelhas.

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