segunda-feira, 4 de junho de 2012

Omissão nossa de cada dia


Vamos nesse instante fazer um reflexão em nossas vidas e visualizar dentro dos nossos corações, Jesus, o Nazareno, aquele que trouxe para nós a divisão do tempo, o espírito imaculado.

Imaginamos Cristo diante de Pilatos e vendo aqueles que fora salvo pela sua misericórdia, curados de toda enfermidade pedindo para o governador que o crucificassem pelo único  crime de levar o amor de Deus sobre toda humanidade. Condenado como qualquer criminoso que causou mal as pessoas e as famílias. Humildemente o homem de Nazaré colocou em suas costas a cruz que seria ali o peso  dos nossos pecados, das nossas omissões, das nossas fraquezas, então Jesus tomou para si a responsabilidade do nosso mal e levou com ele junto ao pai. Durante sua passagem ao Monte Calvário, o Homem sentira a solidão e a covarde omissão dos seus apóstolos, que impotentes e medrosos deixaram Cristo no sofrimento da dor física.

Somos todos covardes como os apóstolos, diante das nossas falhas e omissões, sejam encarnados e desencarnados, quantos de nós negamos Cristo nas nossas praticas, na inveja, no orgulho, na intolerância, nos crimes, do desamor.  Essas praticas e tudo o que Cristo levou de nossos pecados a cruz, e no entanto, continuamos omissos o tempo todo.

Mas não conseguiremos mudar de uma hora para outra, o que devemos fazer é segurar nossa cruz assim como Cristo e entrar para o exercito da salvação sem o medo de ser crucificado.

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